Foto: Reprodução/Instagram
Equipes da Agência Nacional de Busca e Resgate da Indonésia (Basarnas) resgataram nesta quarta-feira (25) o corpo da brasileira Juliana Marins, que caiu na cratera do Monte Rinjani, na ilha de Lombok. A informação foi confirmada pela própria agência em entrevista a uma emissora de televisão local.
Juliana caiu na manhã de sábado (21), enquanto realizava uma trilha na borda do vulcão. Segundo as autoridades locais, a jovem escorregou e deslizou por centenas de metros até o fundo da cratera. O Monte Rinjani, com 3.726 metros de altitude, é um dos pontos mais altos da Indonésia e atrai turistas do mundo todo pela vista e pela beleza natural.
As operações de resgate enfrentaram obstáculos desde o início. As condições meteorológicas instáveis, o terreno íngreme e de difícil acesso, além de limitações logísticas, retardaram a chegada das equipes ao local do acidente.
Somente na terça-feira (24), quatro dias após a queda, um dos socorristas conseguiu alcançar Juliana. No entanto, ela já estava morta. No dia seguinte, as equipes de resgate finalmente retiraram o corpo da cratera, após manobras complexas.
O Ministério das Relações Exteriores divulgou um comunicado oficial ainda na terça-feira (24), expressando pesar pela morte da brasileira. “O governo brasileiro comunica, com profundo pesar, a morte da turista brasileira Juliana Marins, que havia caído de um penhasco que circunda a trilha junto à cratera do Mount Rinjani (3.726 metros de altura), vulcão localizado a cerca de 1.200 km de Jacarta, na ilha de Lombok”, informou o Itamaraty.
O ministério destacou que as equipes de resgate trabalharam durante quatro dias, mas enfrentaram dificuldades por causa do clima adverso, da visibilidade comprometida e das condições difíceis do solo. “Ao final de quatro dias de trabalho, dificultado pelas condições meteorológicas, de solo e de visibilidade adversas na região, equipes da Agência de Busca e Salvamento da Indonésia encontraram o corpo da turista brasileira”, completou o comunicado.
Ainda segundo a nota, a embaixada do Brasil em Jacarta atuou junto às autoridades locais “no mais alto nível” para apoiar as operações de resgate e acompanhou de perto os esforços desde que foi notificada sobre o acidente. “O governo brasileiro transmite suas condolências aos familiares e amigos da turista brasileira pela imensa perda nesse trágico acidente”, conclui o texto.
Nas redes sociais, o pai de Juliana, Manoel Marins, escreveu uma homenagem emocionada à filha. Ele contou que Juliana havia decidido fazer um mochilão neste ano e que a família a apoiou na realização do sonho.
“No início deste ano [ela] nos disse que faria esse mochilão agora enquanto era jovem e nós a apoiamos. Quando lhe perguntei se queria que lhe déssemos algum dinheiro para ajudar na viagem, você nos disse: jamais. E assim você viajou com seus próprios recursos que ganhou como fruto do seu trabalho. Como você estava feliz realizando esse sonho. E como nós ficamos felizes com a sua felicidade. Você se foi fazendo o que mais gostava e isso conforta um pouco o nosso coração”, escreveu o pai.
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(OBemdito com informações Agência Brasil)
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