Fotos: Assessoria UEM
Com apoio do Governo do Paraná, a Universidade Estadual de Maringá (UEM) retomou a construção de um bloco no Centro de Tecnologia do Câmpus Regional de Umuarama. O bloco será o maior em estrutura física e em quantidade de estudantes entre os seis campi regionais da instituição.
O investimento total é de R$ 11,6 milhões, sendo R$ 5,6 milhões da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), por meio do Fundo Paraná. A Seti administra a dotação constitucional para o fomento científico e tecnológico. O restante do recurso financeiro é do Tesouro Estadual, via suplementação orçamentária.
O aporte foi destinado para a contratação de serviços especializados em construção civil com o objetivo de concluir a obra. A construção estava paralisada desde 2015. A iniciativa também contempla a ampliação da rede elétrica do câmpus.
O objetivo é assegurar a capacidade necessária para atender o novo prédio e a demanda das diferentes unidades acadêmicas. A conclusão e entrega da edificação estão previstas para julho de 2026.
Denominado Bloco das Engenharias, o projeto arquitetônico compreende três pavimentos, totalizando 3.428 metros quadrados de área construída. A estrutura contará com 10 salas de aula, quatro laboratórios, uma biblioteca, um elevador e salas administrativas para os departamentos acadêmicos. Os mobiliários e equipamentos necessários para as salas e laboratórios serão incluídos no Plano de Contratações Anual (PCA) da UEM em 2026.
Na área externa, serão construídos um estacionamento asfaltado e calçadas de acesso ao bloco, com acessibilidade e piso tátil. A finalidade é de proporcionar segurança e autonomia para pessoas com mobilidade reduzida e com deficiência visual.
Alinhado a práticas de sustentabilidade, o entorno da edificação receberá um sistema de iluminação em LED de alta eficiência energética. Dessa forma, a UEM Umuarama irá assegurar a economia de energia e garantir melhor visibilidade no período noturno.
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Segundo o diretor do Câmpus Regional de Umuarama, professor Andrei Felipe Gomes, a retomada das obras representa um marco para o desenvolvimento acadêmico da região. “Essa nova infraestrutura vai potencializar nossa capacidade de formação técnica e científica, integrando ensino de qualidade com pesquisa aplicada às demandas regionais, além de reforçar nosso compromisso com acessibilidade e sustentabilidade em um espaço moderno e inclusivo para as futuras gerações de profissionais”, afirma.
A nova estrutura vai concentrar as atividades didático-pedagógicas de sete cursos de graduação: Arquitetura e Urbanismo, Engenharia Ambiental, Engenharia Civil, Engenharia de Alimentos, Engenharia de Computação, Tecnologia em Alimentos e Tecnologia em Gastronomia. O novo bloco também servirá como base para as pesquisas desenvolvidas pelo Programa de Pós-Graduação em Sustentabilidade.
A cada ano, a UEM oferta 360 vagas para cursos de graduação em Umuarama, contribuindo para o acesso ao ensino superior de cerca de 13.200 alunos do Ensino Médio e da educação profissionalizante de 21 municípios do Noroeste do Paraná.
O câmpus regional soma, ainda, 184 projetos de ensino, pesquisa e extensão e 408 projetos de iniciação científica, dos quais 220 contam com o custeio de bolsas-auxílio para os universitários.
Implantado pela UEM em 2003, o Câmpus Regional de Umuarama conta, atualmente, com uma comunidade universitária de aproximadamente 677 pessoas, sendo 600 estudantes, 52 professores e 14 profissionais da carreira técnica administrativa.
Ao longo desses 22 anos, a instituição de ensino superior ligada ao Governo do Estado vem expandindo a estrutura física e acadêmica para se consolidar como referência em formação multidisciplinar na região, atendendo às crescentes demandas do mercado de trabalho.
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O Centro de Tecnologia, localizado no centro de Umuarama, concentra sete cursos de graduação e um curso de mestrado. Já o Centro de Ciências Agrárias, instalado em uma fazenda na zona rural do município, conta com os cursos de Agronomia e Medicina Veterinária, além de dois cursos de mestrado, no âmbito dos programas de Pós-Graduação em Ciências Agrárias e em Produção Sustentável e Saúde Animal.
No ano passado, a Seti lançou um pacote de investimento de R$ 153 milhões para 459 projetos de reformas e manutenções apresentados pelas sete universidades estaduais. Os recursos são provenientes do Fundo Paraná. O Programa de Apoio à Infraestrutura das Universidades Estaduais (Proinfra) viabilizou os valores.
O Governo do Estado divulgou que, assim, reforça seu compromisso com a modernização e qualificação do ensino superior público paranaense. Os valores foram liberados neste ano para cada instituição estadual de ensino superior.
A UEM recebeu R$ 32,2 milhões e vai aplicar o montante em reformas, manutenções e adequações de acessibilidade. Como parte das ações previstas estão a contratação do projeto técnico de prevenção de incêndio para o campus sede, em Maringá. Além disso, acontecerá a elaboração dos projetos arquitetônico e complementares para a Casa do Estudante da UEM; entre outras iniciativas.
Por fim, o recurso inclui, ainda, a aquisição de mobiliários e equipamentos para modernização da infraestrutura acadêmica de ensino e pesquisa.
(Informações: AEN)
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