Foto: Danilo Martins/OBemdito
Os casos de dengue seguem subindo na 12ª Regional de Saúde de Umuarama e chegaram a 4.667 nesta semana. A informação está no novo informe semanal da dengue da Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (Sesa). A divulgação do boletim aconteceu na terça-feira (10).
A Sesa registrou mais 4.050 casos da doença e três óbitos. Os dados do novo ano epidemiológico 2025 totalizam 231.787 notificações, 75.820 diagnósticos confirmados e 74 óbitos em decorrência da dengue no Estado.
Os novos óbitos ocorreram entre abril e maio, sendo uma mulher e dois homens, com idades entre 47 e 63 anos, dois deles com comorbidades. Os pacientes residiam em Sertaneja (18ª Regional de Saúde de Cornélio Procópio); Mandaguaçu (15ª RS de Maringá) e São Miguel do Iguaçu (9ª) RS de Foz do Iguaçu.
Ao todo, 398 municípios já apresentaram notificações da doença, transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, e 375 possuem casos confirmados.
A 12ª Regional de Saúde de Umuarama tinha 4.385 casos de dengue no boletim do dia 3 de junho. O número subiu para 4.667 nesta semana, ou seja, 282 casos a mais. Entre eles, há 100 casos de dengue com sinais de alerta, 3 de dengue grave e, por fim, 3 óbitos (Mariluz, Esperança Nova e São Jorge do Patrocínio).
As regionais com os maiores números de casos confirmados neste período epidemiológico são a 17ª RS de Londrina (18.178); 14ª RS de Paranavaí (11.916); 15ª RS de Maringá (9.597); 19ª RS de Jacarezinho (5.576); e 12ª RS de Umuarama (4.667).
A publicação inclui ainda dados sobre Chikungunya e Zika, doenças também transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. A Sesa confirmou 4.299 casos de Chikungunya, num total de 8.996 notificações da doença no Estado. Quanto ao vírus Zika, até o momento foram registradas 102 notificações sem nenhum caso confirmado.
A Sesa publica também neste boletim os casos de Oropouche no estado. A secretaria registrou casos nos municípios de Adrianópolis (56 casos autóctones) e Morretes (2 casos autóctones). Além disso, o estado registrou um caso importado no município de Arapongas (importado do Espírito Santo).
A febre Oropouche é causada pelo vírus Orthobunyavirus oropoucheense (OROV). O inseto Culicoides paraensis, conhecido como maruim ou mosquito-pólvora, é o principal transmissor. Após picar uma pessoa ou animal infectado, o vetor pode transmitir o vírus a outras pessoas.
Confira o boletim completo AQUI e mais informações sobre a dengue neste LINK.
(Com informações: OBemdito e AEN)
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