Foto: Danilo Martins/OBemdito
A Polícia Civil (PCPR) segue investigando a morte de um menino autista de 6 anos em Umuarama. O falecimento aconteceu na noite de quinta-feira (22), durante um procedimento de ressonância magnética realizado em uma clínica particular da cidade. A família da criança é da cidade de Tapejara.
O delegado Leonardo Martinez, da 7ª Subdivisão Policial (7ª SDP) de Umuarama, conduz o inquérito. Nesta sexta-feira (30) ele explicou como está o andamento das investigações. “Algumas documentações já estão de posse da Polícia Civil, como o prontuário médico e outras informações de interesse. Alguns laudos estão em fase de execução pela Polícia Científica. As oitivas irão iniciar nos próximos dias”, informou.
Apesar de o inquérito estar em desenvolvimento, Martinez afirmou que ainda não há uma linha específica sendo seguida pela polícia. “A investigação ainda é prematura para se estabelecer linhas limitadas de raciocínio. Por isso, abordaremos todos os aspectos faticamente possíveis”, declarou.
A criança de apenas 6 anos faleceu enquanto era realizado um exame, em que foi necessário aplicar anestesia. De acordo com o boletim de ocorrência da Polícia Militar (PM), o menino ficou agitado no momento do exame. Por isso, a equipe da clínica aplicou sedação através de pulverização por inalador. Como o sedativo não surtiu efeito, os profissionais do estabelecimento teriam utilizado mais anestesia, dessa vez intravenosa (aplicada com seringa).
Conforme a nota da PM, logo após a administração do anestésico a criança perdeu a consciência e não apresentava batimentos cardíacos. A equipe da clínica acionou o Samu. Em seguida, a equipe de socorristas conseguiu reanimar o menino e o transferiu com urgência ao Hospital Norospar.
A assessoria da Norospar divulgou uma nota de esclarecimento sobre a morte do menino. O hospital informou que a equipe recebeu o paciente em estado gravíssimo e empenhou todos os esforços para reverter a situação, mas ele acabou falecendo.
A confirmação do óbito ocorreu às 20h14 e, em seguida, o corpo foi encaminhado à Polícia Científica/IML. Não foi divulgado o resultado do laudo da Polícia Científica.
A Prefeitura de Tapejara encaminhou uma nota de esclarecimento a OBemdito no dia seguinte ao óbito. O Município informou que prestava tratamento ao menino através de consultas especializadas, exames, medicação e atendimento com fonoaudiólogo. Confira as notas da Prefeitura e da Norospar aqui.
OBemdito também manteve contato com a clínica onde ocorreu o exame. Entretanto, a pessoa que conversou com a reportagem informou que a empresa não iria se manifestar sobre o caso.
Assim que tomou conhecimento do caso, a 7ª SDP instaurou um inquérito para apurar as circunstâncias do óbito do menino com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Na ocasião, o delegado Leonardo Martinez disse que o inquérito iria reunir documentos médicos, depoimentos de profissionais envolvidos e laudos técnicos. Martinez informou que, apenas após a análise de todo material será possível confirmar a causa da morte da criança.
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