Foto: Pedro Ribas/ANPr
Aumentou para 3.809 o número de casos de dengue confirmados na 12ª Regional de Saúde de Umuarama. A informação está no novo informe semanal da dengue da Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (Sesa). A divulgação do boletim aconteceu na terça-feira (20).
Foram registrados mais 3.302 casos da doença e três óbitos no Paraná na última semana. Os dados do novo ano epidemiológico 2025 totalizam 196.155 notificações, 60.883 diagnósticos confirmados e 55 óbitos em decorrência da dengue no Estado. Ao todo, 397 municípios já apresentaram notificações da doença, transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, e 366 tiveram casos confirmados.
Os novos óbitos ocorreram entre março e abril, sendo dois homens e uma mulher, com idades entre 70 e 75 anos, dois deles com comorbidades. Os pacientes residiam em Apucarana, na 16ª Regional de Saúde (RS) de Apucarana; Florestópolis e Sertanópolis, na 17ª RS de Londrina.
As regionais com mais casos confirmados neste período epidemiológico são a 17ª RS de Londrina (14.483); 14ª RS de Paranavaí (10.942); 15ª RS de Maringá (7.847); 19ª RS de Jacarezinho (4.169); e 12ª RS de Umuarama (3.809).
A 12ª Regional de Saúde de Umuarama tinha 3.552 casos de dengue no boletim do dia 13 de maio. O número subiu para 3.809 nesta semana. Entre eles, há 93 casos de dengue com sinais de alerta, 3 de dengue grave e, por fim, 3 óbitos (Mariluz, Esperança Nova e São Jorge do Patrocínio).
A publicação inclui ainda dados sobre chikungunya e Zika, doenças também transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti.
A Sesa confirmou 3.321 casos de chikungunya, 7.280 notificações da doença e o primeiro óbito no Estado. Trata-se de uma mulher de 93 anos, sem comorbidades, residente em Cascavel (10ª Regional de Saúde), região Oeste. Em relação ao vírus Zika, até o momento foram registradas 67 notificações, sem nenhum caso confirmado.
Ainda neste informe, a Sesa publica os casos autóctones de Oropouche no Estado, nos municípios de Adrianópolis (14 casos autóctones) e Morretes (um caso autóctone), além do registro de um caso importado do município de Arapongas (importado do Espírito Santo).
O vírus Orthobunyavirus oropoucheense (OROV) é o causador da febre Oropouche. O inseto Culicoides paraensis, conhecido como maruim ou mosquito-pólvora, é o transmissor da doença. Assim como acontece com o Aedes aegypti (transmissor da dengue), após picar uma pessoa ou animal infectado, o vetor pode transmitir o vírus a outras pessoas.
Os sintomas da febre Oropouche são semelhantes aos de outras arboviroses, como dengue e chikungunya. Entre os principais sinais estão: febre de início súbito, dor de cabeça, dores musculares e articulares, tontura, náuseas, vômitos, dor retro-ocular, calafrios e sensibilidade à luz. Em casos mais raros, especialmente em pessoas imunocomprometidas, podem ocorrer complicações como meningite asséptica e meningoencefalite, além de manifestações hemorrágicas leves.
Confira o Informe Semanal completo AQUI. Mais informações sobre os dados da dengue estão neste LINK.
(Com informações: AEN)
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