O Dia das Mães, além de impulsionar o varejo, reafirma seu papel como data de forte apelo emocional — com famílias reunidas (Foto Danilo Martins/OBemdito)
Com a proximidade do Dia das Mães, celebrado neste domingo (11), os comerciantes de Umuarama já sentem os reflexos da data no movimento das lojas. Considerada a segunda data mais importante do calendário varejista, atrás apenas do Natal, a ocasião tem gerado otimismo e altas expectativas entre lojistas, floristas e consumidores.
“É a maravilhosa de sempre, o nosso segundo Natal aqui no comércio”, define Felipe Mincewicz, subgerente da loja de calçados Jorrovi, em Umuarama. Com a chegada do inverno, ele aposta em itens como botas, coturnos e modelos fechados, como mocassins e chanel, que têm ganhado destaque nas vitrines. “A mulherada ama porque é tranquilo para usar no dia a dia. Não tem como sair sem um presente”, afirma.
A empolgação se repete no setor de vestuário. Edson Bernardes de Albuquerque, proprietário da Lara Bela Modas, aponta que a procura por roupas confortáveis tem sido maior neste ano. “A expectativa é enorme, como se fosse um segundo dezembro. Toda mãe merece um presente e merece ser bem lembrada, porque sem ela a gente não é nada”, afirma.
Já no ramo de floricultura, a demanda também cresce. Humberto Eduardo Petrucci, da Center Flores, explica que o Dia das Mães continua sendo a data mais significativa para o segmento, superando até mesmo o Dia dos Namorados. “Não há um padrão para flores. Tem gente que dá de uma rosa a uma cesta completa. O valor pode variar de R$ 15 até R$ 500”, diz. Segundo ele, muitas vezes as próprias mães escolhem os presentes, que os filhos finalizam no pagamento.
Dados divulgados pela Associação Comercial do Paraná (ACP) confirmam o otimismo. Em sondagem feita entre 30 de abril e 5 de maio com consumidores do estado, 45,08% pretendem presentear com itens de vestuário, seguidos por perfumaria (38,52%), calçados (28,28%), acessórios (17,62%) e eletrônicos (14,75%).
O levantamento mostra ainda que os shoppings lideram como local de compra (35,25%), seguidos por lojas de rua (33,61%) e o comércio eletrônico (27,05%). O ticket médio deve variar entre R$ 100 e R$ 200 para 41,39% dos entrevistados, enquanto 22,95% gastarão até R$ 100.
As comemorações, por sua vez, devem acontecer majoritariamente em casa (80,74%), com 15,57% das famílias optando por almoços em restaurantes e apenas 1,23% planejando viagens. Mães continuam sendo o foco das homenagens (77,46%), mas também foram lembradas cônjuges (24,59%), sogras (20,08%), avós (6,15%) e mães de consideração (4,10%).
Para o presidente da ACP, Antonio Gilberto Deggerone, os números reforçam a importância da preparação do comércio para a data. “As vendas do Dia das Mães fortalecem ainda mais o setor, por isso sempre orientamos nossos associados a prepararem suas vitrines e, principalmente, a oferecerem atendimento de qualidade para aproveitar esse momento propício.”
O Dia das Mães, além de impulsionar o varejo, reafirma seu papel como data de forte apelo emocional — com famílias reunidas, homenagens e presentes que, mesmo simples, carregam significados profundos.
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