O debate, portanto, envolve não apenas questões sanitárias, mas também políticas, jurídicas e sociais, revelando um cenário de divisão de opiniões (Foto Danilo Martins/OBemdito)
A Câmara Municipal de Umuarama receberá no dia 7 de maio, às 18h, uma audiência pública para discutir a obrigatoriedade da vacinação contra a covid-19 em criança de 6 meses a cinco anos. O evento foi proposto pelo deputado estadual Ricardo Arruda (PL) e terá como objetivo promover debate público sobre o tema.
A solicitação para uso do plenário partiu do vereador Lucas Grau (Novo), que, assim como o deputado, afirma ter recebido relatos de que em Umuarama teria sido exigida a apresentação da carteira de vacinação constando a imunização em algumas situações, o que, segundo eles, contrariaria legislação estadual que assegura a não obrigatoriedade da imunização.
A polêmica em torno da obrigatoriedade da vacina contra a covid-19 segue gerando debates acalorados no Brasil. A controvérsia se intensifica no Estado diante da existência de uma lei estadual que estabelece que a imunização contra a covid-19 não pode ser compulsória, ou seja, não pode ser exigida como obrigatória para a realização de atividades cotidianas.
Essa tensão entre liberdade individual e responsabilidade coletiva coloca em discussão os limites da atuação do Estado e dos órgãos públicos de saúde, especialmente em contextos de pandemia. De um lado, defensores da vacinação em massa destacam seu papel fundamental no controle do vírus e na proteção da saúde pública. De outro, grupos contrários à obrigatoriedade argumentam que exigir o comprovante fere direitos constitucionais de escolha e autonomia.
A realização de uma audiência pública sobre o tema, como a que ocorrerá em Umuarama, reflete justamente essa disputa de narrativas. Proposta pelo deputado estadual Ricardo Arruda com apoio do vereador Lucas Grau, a iniciativa busca dar voz a pessoas que se sentem prejudicadas por medidas que consideram coercitivas, ao mesmo tempo em que levanta questionamentos sobre a forma como políticas públicas de saúde são implementadas em nível local.
O debate, portanto, envolve não apenas questões sanitárias, mas também políticas, jurídicas e sociais, revelando um cenário de divisão de opiniões sobre o papel das vacinas na sociedade e sobre até onde vai o poder do Estado em situações de emergência de saúde pública.
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