A mulher permaneceu consciente, mas relatou dores nas pernasA mulher permaneceu consciente, mas relatou dores nas pernas (Foto Correio do Ar)
Uma mulher caiu em uma fossa de aproximadamente 10 metros de profundidade dentro de casa no fim da tarde de segunda-feira (21), em Santa Helena.
Segundo informações apuradas, a vítima caminhava pela área de serviço quando o piso cedeu inesperadamente, provocando a queda. Familiares que estavam no local acionaram os serviços de emergência.
Duas equipes do Samu, além de bombeiros e Defesa Civil, foram mobilizadas para o resgate. A mulher permaneceu consciente, mas relatou dores nas pernas. Com auxílio de um bombeiro, ela subiu por uma escada de resgate e não precisou ser retirada com maca.
O trabalho durou cerca de três horas, e a vítima foi encaminhada a um hospital para reavaliação médica.
A presença de uma fossa dentro de casa representa diversos perigos, tanto para a saúde dos moradores quanto para a estrutura do imóvel. Um dos principais riscos está relacionado à contaminação, pois a fossa séptica armazena e decompõe resíduos orgânicos, liberando gases tóxicos como metano, amônia e sulfeto de hidrogênio.
Esses gases, além de causarem mau cheiro, podem ser inflamáveis e, em ambientes fechados, representar risco de explosão ou asfixia, especialmente se não houver ventilação adequada.
Outro perigo significativo é o risco de vazamentos ou infiltrações. Se a fossa não estiver devidamente impermeabilizada ou apresentar falhas estruturais, o esgoto pode infiltrar no solo e atingir a fundação da casa, causando danos à estrutura, umidade excessiva, proliferação de mofo e até afundamentos localizados.
Além disso, em casos de rachaduras ou manutenção inadequada, há a possibilidade de contaminação da água potável, principalmente quando há poços próximos, o que representa um grave risco sanitário.
A manutenção de uma fossa dentro de casa também é mais complexa. Como o acesso costuma ser limitado, qualquer limpeza ou intervenção técnica se torna difícil, podendo levar ao acúmulo de resíduos e ao entupimento do sistema. Isso, por sua vez, pode causar o retorno de esgoto para dentro do imóvel.
Por fim, há também o risco legal e ambiental, já que construções com fossas internas fora das normas técnicas podem ser consideradas irregulares. A instalação inadequada pode gerar autuações por órgãos ambientais e de saúde pública, além de contribuir para a poluição do solo e dos lençóis freáticos.
Portanto, embora tecnicamente possível, manter uma fossa dentro de casa requer um cuidado extremo com o projeto, a instalação e a manutenção, e ainda assim continua sendo uma opção de alto risco quando comparada às alternativas externas mais seguras e ambientalmente corretas.
(OBemdito com informações da Catve)
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