A polícia investiga o episódio, que se soma a uma série de incidentes violentos envolvendo moradores de rua na cidade (Reprodução CGN)
Um morador de rua agrediu um empresário e causou danos a um estabelecimento comercial no centro de Cascavel, após não receber esmola. O caso, ocorrido na tarde desta quinta-feira (27), terminou com o homem sendo espancado por populares e socorrido pelo Samu. A polícia investiga o episódio, que se soma a uma série de incidentes violentos envolvendo moradores de rua na cidade.
Segundo testemunhas, o homem — não identificado — pediu dinheiro a um comerciante e, ao ser recusado, partiu para a agressão, quebrando objetos da loja. O empresário revidou e, com a ajuda de outras pessoas, imobilizou o agressor até a chegada da Polícia Militar. O morador de rua foi encaminhado para atendimento médico com ferimentos leves.
O caso ocorre dias após um episódio ainda mais grave: na terça-feira (25), um morador de rua matou a pauladas o auxiliar de produção Luís Lourenço, 38, após uma discussão perto do Parque Vitória. O suspeito, que alegou acreditar que Lourenço havia assediado uma mulher, foi morto em confronto com a PM após resistir à prisão.
Nos últimos dias, Cascavel tem registrado uma escalada de violência envolvendo morador de rua, muitos deles usuários de drogas. Comerciantes relatam ameaças e ataques a estabelecimentos, enquanto pedestres evitam circular em certas áreas por medo de agressões.
A prefeitura local afirma que parte das esmolas dadas a essa população é usada para compra de entorpecentes, o que alimentaria o ciclo de dependência e violência. A Secretaria de Segurança Pública do Paraná informou que reforçou o patrulhamento na região, mas admite dificuldades em conter os conflitos.
Enquanto isso, moradores cobram soluções mais efetivas. “Não dá mais para andar na rua com tranquilidade”, diz a comerciante Maria Santos, 45, que já foi ameaçada por um morador de rua ao fechar seu estabelecimento.
O caminho para a solução
Especialistas em segurança pública defendem uma abordagem multidisciplinar, combinando repressão a crimes com políticas de saúde mental e reinserção social. Enquanto isso, a cidade segue em alerta.
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(OBemdito com informações da CGN)
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