Umuarama está entre as cidades onde os entregadores do iFood aderiram à paralisação nacional que começou nesta segunda-feira (31), acompanhando o movimento por melhores condições de trabalho nos serviços de mobilidade por aplicativos. Em todo o país, os profissionais prometem ficar de braços cruzados até que suas reivindicações sejam atendidas.
Organizadores do “breque dos apps” denunciam a precarização das condições de trabalho e clamam pelo aumento das taxas pagas pela categoria. Segundo Júnior Freitas, uma das lideranças do movimento em São Paulo, a principal reivindicação é por uma remuneração justa.
“O nosso trabalho tem sido precarizado por muito tempo e é a remuneração que dita quanto tempo precisamos passar na rua nos arriscando”, afirma Freitas.
Além de Umuarama, a paralisação se estende a pelo menos outras 58 cidades, com atos previstos em 19 capitais, como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.
Lideranças declaram que esta pode ser a maior mobilização da categoria até hoje, com adesão significativa em todo o país. Vídeos nas redes sociais alcançam milhões de visualizações, incentivando mais entregadores a participarem da ação.
O foco do protesto não é apenas o iFood, mas também outras plataformas de entregas, embora o iFood seja considerado peça central nas negociações.
“Se ela muda [suas regras], as outras também mudam,” afirma um dos organizadores, conhecido como Zuppo motoboy. A pressão sobre o iFood se intensifica enquanto a companhia continua se expandindo, com um aumento de 37% na adesão de novos restaurantes em janeiro de 2025, comparado ao ano anterior.
Os organizadores esperam que a paralisação de entregadores do iFood chame a atenção das autoridades públicas para a situação dos trabalhadores de aplicativos, exigindo mudanças nas políticas destas empresas.
Até o momento, o iFood manifestou um posicionamento oficial sobre as reivindicações, embora os detalhes ainda não tenham sido especificados.
Com a continuidade da paralisação nesta terça-feira (1), a expectativa é que o movimento ganhe ainda mais visibilidade e gere discussões sobre a legalidade e justiça nas condições de trabalho dos entregadores em todo o Brasil.
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