Foto: Sesp-PR
A Secretaria de Segurança Pública do Paraná (Sesp) informa que a população pode denunciar a venda de cigarros eletrônicos através do telefone 181. A Sesp implementou a nova funcionalidade no Disque-Denúncia 181 recentemente.
A medida atende a uma solicitação do Centro Estadual de Política Sobre Drogas (CEPSD). Por isso, agora o serviço permite que a população registre denúncias anônimas sobre a venda irregular de cigarros eletrônicos, prática que permanece proibida no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Com o objetivo de agilizar e tornar mais eficaz o combate a esse comércio ilegal, a nova atualização visa facilitar o processo de denúncia. “O Disque-Denúncia 181 garante o anonimato. É possível denunciar via site ou telefone e colaborar com a sociedade e com as forças policiais sem qualquer risco, você nunca será identificado”, afirma o coordenador do Disque-Denúncia 181, coronel Walter Aguiar.
Entretanto, apesar da proibição, o comércio de cigarros eletrônicos continua sendo praticado em diversos estabelecimentos.
“O uso de cigarros eletrônicos, especialmente entre jovens, tem crescido de forma alarmante. Essa medida busca fortalecer o enfrentamento ao comércio irregular desses dispositivos e garantir que a legislação seja cumprida”, afirmou o delegado de polícia e coordenador do CEPSD, Renato Figueiroa.
Leia também: Projeto de lei prevê multa a usuários e estabelecimentos que permitirem cigarros eletrônicos.
Acima de tudo, a SESP reforça a importância da colaboração da sociedade no combate à venda ilegal de cigarros eletrônicos, contribuindo para a proteção da saúde pública. A população pode fazer denúncias forma anônima no site www.181.pr.gov.br ou diretamente AQUI, além do telefone 181.
Recentemente a Secretaria da Segurança Pública do Paraná criou um grupo de trabalho interssetorial para prevenir e fortalecer a fiscalização. Bem como, promover a segurança e a conscientização dos jovens sobre o uso de Dispositivos Eletrônicos para Fumar (DEFs) em instituições de ensino público.
O objetivo é estabelecer um fluxo de procedimento para lidar com adolescentes flagrados utilizando esses dispositivos. Além disso, dar a destinação correta aos produtos alvo de apreensão.
(Informações: AEN)
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