Cotidiano

PRF prende dupla transportando 15 quilos de haxixe na BR-272

A Poviária Federal (PRF) apreendeu 15,55 quilos de haxixe na manhã desta terça-feira (25). A droga estava oculta na caixa de ar de um veículo abordado na BR-272, em Guaíra, no Oeste do Estado. Os policiais perceberam um forte odor de maconha ao fiscalizar o carro.

Durante busca minuciosa, encontraram 30 tabletes de haxixe escondidos no compartimento oculto abaixo da porta do motorista. O condutor revelou que pegou a droga em La Paloma, no Paraguai, e tinha como destino final a cidade de Cianorte, Noroeste. Ele e a passageira foram presos por tráfico internacional de drogas.

Ambos foram encaminhados para a delegacia da Polícia Federal em Guaíra. O veículo e a carga foram apreendidos.

PRF realiza constantes operações para combater o tráfico nas estradas

O transporte de drogas nas rodovias brasileiras é crime grave, com penas rígidas previstas na legislação. De acordo com a Lei de Drogas (Lei nº 11.343/2006), quem for flagrado transportando entorpecentes pode ser enquadrado por tráfico de drogas, crime punido com 5 a 15 anos de prisão, além de multa.

Se houver indícios de associação criminosa, a pena pode aumentar. Quem é pego transportando grandes quantidades pode ser enquadrado como traficante internacional, sujeitando-se a penas ainda mais severas.

Em casos específicos, se o réu for primário e não tiver envolvimento com o crime organizado, a pena pode ser reduzida em até dois terços. No entanto, transportar qualquer quantidade de drogas ilícitas continua sendo crime, mesmo alegando uso pessoal.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) realiza constantes operações para combater o tráfico nas estradas. Além de cães farejadores, agentes utilizam scanners e técnicas de inteligência para interceptar carregamentos ilegais.

Ser flagrado transportando drogas nas rodovias do Brasil pode resultar em prisão em flagrante, apreensão do veículo e condenação criminal. A legislação é rígida e visa coibir o tráfico, que movimenta bilhões e financia outras práticas criminosas.

Rodrigo Mello

Formado em Jornalismo pelo Centro Universitário de Pato Branco (Unidep), tem especialização em Docência e Gestão do Ensino Superior pela Universidade Paranaense (Unipar). Com 23 anos de experiência, trabalhou em portais de notícia, assessoria de imprensa, TV e rádio. Foi assessor parlamentar na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) e secretário municipal de Comunicação entre os anos de 2010 e 2013. Atualmente, é jornalista no portal OBemdito, onde escreve sobre política, educação, saúde, cidadania e segurança pública.

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