Foto: Ilustrativa/Danilo Martins/OBemdito
O Ministério da Saúde lançou uma estratégia nacional para vacinar adolescentes de 15 a 19 anos que ainda não se imunizaram contra o HPV (papilomavírus humano). A iniciativa busca, principalmente, corrigir o déficit vacinal que se acumulou desde 2014, quando o Brasil introduziu a vacina. Além disso, pretende proteger essa faixa etária, altamente vulnerável a doenças associadas ao vírus, como o câncer de colo do útero.
A princípio a campanha terá como foco os 121 municípios com as maiores taxas de não vacinação. No total, estima-se que 2,95 milhões de adolescentes ainda não tenham recebido a vacina no país. A meta do governo é imunizar pelo menos 90% desse público.
Conforme os dados, no Paraná três cidades estão entre as prioritárias para a ampliação da cobertura vacinal: Curitiba, Londrina e Ponta Grossa. Juntas, essas localidades contabilizam aproximadamente 54,7 mil adolescentes sem a imunização contra o HPV.
Para alcançar esse público, estados e municípios deverão adotar estratégias específicas como, por exemplo, ações de microplanejamento e campanhas em locais estratégicos, incluindo escolas, faculdades e salas de vacinação. Cada município será responsável por desenvolver seu próprio plano de ação com base nos dados locais. Garantindo assim que a vacina alcance os jovens que não receberam a imunização no período recomendado.
Eder Gatti, diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações (DPNI), destaca a necessidade de ações direcionadas e do uso de dados regionais para identificar os adolescentes que ainda precisam ser vacinados.
“Temos vacinas suficientes e um planejamento sólido para garantir a vacinação dos nossos adolescentes, incluindo aqueles que não foram vacinados na idade recomendada e que agora estão fora dessa faixa”, afirma.
Como parte da estratégia, o Ministério da Saúde lançou um painel digital específico para o HPV, disponível no sistema do órgão. A ferramenta permite que os gestores acompanhem a cobertura vacinal por faixa etária desde 2014 e identifiquem áreas críticas. Além disso, podem comparar a evolução dos indicadores ao longo do tempo. “Esse painel será essencial para o planejamento local, ajudando a direcionar esforços para as populações mais vulneráveis”, explica Gatti.
Os estados com os maiores índices de adolescentes não vacinados contra o HPV são Rio de Janeiro (54%), Acre (40%), Distrito Federal (38%), Roraima (36%) e Amapá (32%).
Atualmente, estima-se que cerca de 7 milhões de adolescentes entre 15 e 19 anos ainda não tenham sido vacinados contra o HPV. Todas as diretrizes para a execução da estratégia estão disponíveis no documento “Recomendações para o resgate dos não vacinados com a vacina HPV”, acessível no site do Ministério da Saúde.
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