Hermes Pimentel, prefeito interino de Umuarama. FOTO: DANILO MARTINS/OBEMDITO
Hermes Pimentel Gonçalves chegou bem cedo ao Paço da Amizade e teve horário de almoço reduzido em seu primeiro dia como prefeito interino de Umuarama, no lugar de Celso Pozzobom, afastado pelo Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR). Foram poucos compromissos fora do gabinete.
Em rápida entrevista a OBemdito, ele disse que está tomando ciência da situação do município e que, por enquanto, não encontrou “nada fora das expectativas”. “Como vice-prefeito, eu já acompanhava alguns setores da administração”.
A prioridade de Pimentel, neste momento, é compor o novo secretariado. Apenas dois nomes do time de Pozzobom serão mantidos pelo prefeito interino: Isamu Oshima, na secretaria de Obras, e Maria Harue Takaki, na Saúde.
Todos os demais já colocaram os cargos à disposição ou se anteciparam, pedindo exoneração, ainda nesta quinta-feira. A publicação de mais nomes no Diário Oficial do Município deve acontecer entre hoje e amanhã.
Também haverá grandes mudanças no segundo escalão do governo. Um interlocutor admitiu que há uma corrida por cargos e que o telefone de Pimentel não para de tocar.
“O prefeito (interino) vai seguir o pensamento dele e formar o time que julga ser melhor para administrar Umuarama. É lógico que ele já vinha analisando quadros e qualquer pressão, nesse momento, não vai funcionar”, disse.
O mesmo interlocutor falou que Pimentel não quer se antecipar na divulgação da equipe para “não queimar cartucho”, uma vez que existe a possibilidade de Celso Pozzobom reaver o cargo na justiça, mediante recurso.
“Tudo tem sua hora. Ao contrário do que muita gente conhece, o Pimentel tem uma visão administrativa muito sólida. Ele é dono de várias empresas, tem dezenas de funcionários e vai aproveitar cada momento para fazer o bem pela cidade e pela população”, acrescentou o mesmo interlocutor.
Celso Pozzobom foi afastado do cargo no final da tarde da última quarta-feira (15) pelo TJPR. A decisão foi proferida pelo de forma monocrática pelo desembargador Laertes Ferreira Gomes, ao atacar pedido do Ministério Público (MP).
O órgão investiga uma possível participação do prefeito no desvio de recursos do Fundo Municipal de Saúde, descortinada pela operação Metástase. Dez pessoas estão presas. Pozzobom também é alvo de uma CPI e de um processo de cassação, ambos pela Câmara de Vereadores.
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