Umuarama

Trevo do Gauchão é interditado para rebaixamento da rodovia e construção de viaduto

Nesta semana o Trevo do Gauchão, na rodovia PR-323, foi interditado para a continuidade das obras de duplicação do trecho. Os condutores que precisam acessar o Parque Industrial e bairros adjacentes precisam agora passar por um desvio.

A atenção deve ser redobrada no local, para evitar acidentes, pois além da interdição e desvios, há maquinário e operários trabalhando.

OBemdito manteve contato com o Departamento de Estradas de Rodagem (DER-PR). O órgão estadual informou que “está em andamento a obra de duplicação da PR-323 entre Umuarama e o entroncamento com a PR-468 (acesso p/ Mariluz). Dentro desta obra, na localidade conhecida como trevo do Gauchão, está previsto o rebaixamento da rodovia e execução de duas passagens superiores (viadutos) para acesso à Umuarama”.

O DER-PR explicou que os serviços devem continuar até março do ano que vem, data prevista para o término da obra. “O trecho será devidamente sinalizado, conforme a legislação e normativas vigentes, visando orientar o condutor e garantir a segurança dos usuários”.

Sobre o andamento da duplicação, o DER-PR divulgou que “a obra está dentro do cronograma, com os serviços concentrados no viaduto do entroncamento com a PR-468, implantação de vias marginais e também na execução da interseção em desnível no trevo do Gauchão. O investimento é de R$ 66.127.806,99”.

DUPLICAÇÃO

A execução das obras de duplicação da PR-323 em Umuarama tem previsão de entrega para março de 2022. A modernização do Trevo Gauchão e a duplicação de 4,4 quilômetros da rodovia vão atualizar uma estrutura projetada nos anos de 1980 e que não comporta mais o tráfego na região.

O Trevo do Gauchão vai dar lugar a um viaduto de duas alças e o trevo de acesso a Mariluz dará lugar a mais uma interseção em desnível, no entroncamento com a PR-468.

Na altura do trevo, no km 300, a rodovia será rebaixada de 7 a 8 metros, preservando o alinhamento e os acessos dos empreendimentos que ficam nas margens, e fazendo com que as trincheiras de acesso passem por cima da rodovia.

No trevo de acesso à Mariluz (PR-468) haverá outro viaduto para dar maior mobilidade de retorno para os veículos. Diferente do acesso ao Gauchão, nesse ponto, o chamado km 304, a PR-323 passará por cima da obra da trincheira, possibilitando que as marginais fiquem no nível atual.

No trecho de 4,4 quilômetros haverá a duplicação e vias marginais. Após a trincheira no acesso a Mariluz ainda haverá uma extensão da obra por 700 metros, com encerramento previsto para o km 304,1 da PR-323.

Essa duplicação será efetivada pelo alargamento da pista existente, o que minimiza o impacto às propriedades lindeiras e os custos com desapropriações. As vias marginais foram dispostas de forma a expandir e complementar as laterais. Elas terão como finalidade separar o tráfego local para o de longa distância, permitindo o disciplinamento dos pontos de ingresso e egresso da rodovia. Ao longo do trecho estão previstas diversas agulhas de entrada/saída.

(Redação OBemdito e AEN)

Jaqueline Mocellin

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