Fotos: Assessoria PMU
A avaliação dos dados da Vigilância Socioassistencial para aperfeiçoar o atendimento ao público foi o foco de capacitação oferecida à equipe técnica dos serviços socioassistenciais pela Secretaria Municipal de Assistência Social nesta sexta-feira (31), na Secretaria-Executiva dos Conselhos.
O treinamento reuniu servidores dos centros de referência (Cras) e de referência especializada (Creas) da assistência social, Centro POP, Centro de Referência em Atendimento à Mulher (Cram), Programa Família Acolhedora, Centro da Juventude (Ceju), Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos do Idoso (SCFVI) e do Cadastro Único.
Aberto pela secretária da Assistência Social, Maria Luísa Bertoco, o encontro foi conduzido pela coordenadora de Vigilância Socioassistencial, Janaína Barboza. “A capacitação reuniu técnicos desses equipamentos com objetivo de analisar dados levantados pela vigilância no ano passado para planejarmos ações mais assertivas à população”, explicou a secretária.
A Vigilância Socioassistencial atual para mapear demandas e planejar ações. Através dela, é possível identificar onde estão as maiores vulnerabilidades e riscos sociais no município. “Com o mapeamento das demandas, a gestão e os serviços conseguem planejar melhor o atendimento ao público da assistência social”, reforçou.
Para o prefeito Fernando Scanavaca, o serviço é importante porque permite identificar as vulnerabilidades, em quais locais elas se apresentam, quais os bairros com mais situação de risco, carências e violência. “Desta forma a equipe pode traçar estratégias de atendimento e minimizar o sofrimento da população, por isso é fundamental que os técnicos tenham conhecimento de fato sobre os problemas”, apontou.
Janaína Barboza coloca vigilância como um dos pilares da Política Nacional de Assistência Social e do Sistema Único de Assistência Social (Suas), instrumento técnico e estratégico para identificar, monitorar e analisar as condições de vida da população mais vulnerável.
“Sua função é produzir, sistematizar e analisar dados sobre vulnerabilidades, riscos sociais e a oferta de serviços, permitindo que a gestão pública tome decisões com informações qualificadas”, detalhou.
Esses dados contribuem para que o município direcione melhor os serviços e recursos conforme as necessidades dos territórios, além de subsidiar ações preventivas para minimizar impactos da pobreza e da exclusão social, além de favorecer a articulação intersetorial e o diálogo entre a Assistência Social, Saúde, Educação e Trabalho para uma proteção integral do cidadão.
(Informações: Assessoria PMU)
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