Foto: Assessoria Uopeccan
Liberada desde 2017 pelo SUS (Sistema Único de Saúde), de acordo com a recomendação da Conitec (Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias), mas sem financiamento diferenciado ou profissionais para a realização, a Uopeccan de Umuarama realizava todas as cirurgias bariátricas de forma convencional (aberta).
Agora, o cenário mudou e desde maio de 2024, o hospital passou a realizar o procedimento por videolaparoscopia, uma técnica que, com o auxílio de uma câmera ligada a uma ótica, é introduzida através da parede abdominal e os órgãos são manipulados por pinças utilizadas por um médico cirurgião.
Essa intervenção é uma iniciativa da própria administração da Uopeccan que decidiu arcar com a diferença dos custos de uma cirurgia aberta – que o SUS paga – para uma por vídeo.
“Preocupada com a qualidade de assistência a população, visando conforto e melhor recuperação do paciente a Uopeccan, com apoio da Secretaria de Estado da Saúde/12ª Regional de Saúde e equipe médica, realizará a partir de agora, todas as cirurgias bariátricas por videolaparoscopia. Essa iniciativa incentivará outros serviços a buscar tais avanços em benefício ao paciente”, explicou o diretor de Unidade da Uopeccan de Umuarama, Wanderlei Rosa.
De acordo com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica, a taxa de mortalidade e complicações de uma videolaparoscopia são muito menores do que as cirurgias convencionais.
Este tipo de procedimento oferece diversas vantagens ao paciente, conforme destacou o cirurgião especialista em aparelho digestivo da Uopeccan, Fábio Carvalho, “o paciente tem uma recuperação mais rápida, reduz, significativamente, o tempo de cirurgia. É uma técnica menos agressiva, mais confortável para o paciente. Por ser minimamente invasiva, as chances de infecção, hemorragia, inflamação, hernia, feridas e até dores, são muito menores”.
O médico acrescenta que, “além disso, a cicatrização é melhor, porque a gente faz cinco incisões de 1 cm no máximo enquanto as abertas são incisões de 30 a 50 cm. O indivíduo volta mais rápido para suas atividades, não precisa usar faixa abdominal. Atividade física, com 30 dias o paciente de vídeo já pode voltar a praticar, enquanto o outro esperar 90 dias para não dar hérnia”.
Ainda de acordo com o Dr. Fabio Carvalho, para o hospital esse procedimento é um grande avanço, pois em outros países já não se faz mais cirurgia abertas e a Uopeccan já tem esse olhar mais humanizado da oncologia e agora, passou para os pacientes de bariátrica.
“Agradeço a sensibilização de todo o Conselho Superior que entenderam que uma cirurgia assim é mais humana, benéfica e sem dúvidas, com isso o hospital ganha holofotes e destaque nacional perante ao SUS, porque não é algo que vemos em outros serviços que também fazem bariátrica pelo SUS”, completou o doutor.
(Informações: Uopeccan)
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