Foto: Arquivo Pessoal/Banda B
A morte de Natalino de Aquino Luiz, 48, vítima de uma facada desferida pelo próprio filho, levanta questionamentos sobre conflitos familiares e mobiliza a Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) em Curitiba. Após quase um mês internado, Natalino faleceu na última terça-feira (14), intensificando as acusações da família contra o filho e a ex-mulher da vítima.
O crime ocorreu em 17 de dezembro, na Vila Osternack, no bairro Sítio Cercado. Segundo familiares, Natalino estava separado da esposa havia dois meses, mas enfrentava resistência por parte dela. Ele retornava de um trabalho no litoral quando foi atacado.
“A mulher estava embriagada, e o filho esfaqueou meu irmão no corredor, atingindo o pescoço. Ela minimizou a gravidade, dizendo que era algo simples. No início, nem registramos um boletim de ocorrência porque achávamos que ele se recuperaria e explicaria o que realmente aconteceu”, contou Edenilson de Aquino Luiz, irmão da vítima, durante o velório realizado na quinta-feira (16).
De acordo com Edenilson, Natalino vinha sendo ameaçado pela ex-mulher e pelo filho.
“Ela dizia que, se ele não voltasse, não ficaria com mais ninguém. O filho o pressionava por dinheiro. Apesar de ser nosso sangue, ele precisa pagar pelo que fez. O sofrimento da nossa família é imenso, e vamos buscar Justiça”, afirmou o irmão.
A mãe de Natalino, Maria Anunciação, relatou que o filho chegou a morar com ela por um período para fugir das ameaças da ex-esposa.
“Ela ligava todos os dias exigindo que ele voltasse. Nunca imaginei que algo assim pudesse acontecer, ainda mais vindo do próprio filho. Eu quero Justiça, quero que eles paguem pelo que fizeram ao meu filho”, lamentou Maria.
A Polícia Civil informou que o caso é tratado como lesão corporal seguida de morte. De acordo com os primeiros levantamentos, a negativa de Natalino em emprestar dinheiro ao filho teria motivado o ataque.
“O autor desferiu golpes de arma branca contra a vítima. O inquérito segue com oitivas e análise de laudos complementares”, informou a DHPP.
A família exige que a apuração contemple possíveis coautorias ou envolvimento da ex-mulher e de outros familiares no crime.
(Com informações Banda B)
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