Foto: Reprodução/RICtv
Marcos Vagner de Souza, vigilante suspeito pelo desaparecimento da jovem Ísis Victória Mizerski, de 17 anos, permanece preso há quase cinco meses na cadeia pública de Ponta Grossa. Até o momento, não há uma data definida para o julgamento do caso.
A jovem Ísis desapareceu em 6 de junho de 2024, após sair de sua residência em Tibagi, também nos Campos Gerais do Paraná. Segundo informações preliminares, ela teria saído para encontrar um homem. Desde então, as forças policiais têm concentrado esforços na busca pela adolescente. A investigação policial aponta que Ísis teria se encontrado com Marcos Vagner, que agora está detido.
A defesa de Marcos Vagner, representada pelo advogado Renato Tauille, discorda da decisão que determinou o júri popular. “Estamos recorrendo ao Tribunal de Justiça do Paraná com o objetivo de reverter essa decisão de primeira instância e buscar a absolvição do acusado”, declarou Tauille.
Marcos Vagner teve um relacionamento extraconjugal com Ísis. Antes de ser preso, ele revelou que a conheceu em uma festa onde trabalhava como vigilante. Ele também admitiu que se encontrou com a jovem para discutir a gravidez. Após se apresentar às autoridades, foi preso temporariamente. Com a conclusão do inquérito, a Polícia Civil do Paraná (PCPR) o indiciou por homicídio qualificado por motivo torpe, feminicídio, dissimulação, aborto sem o consentimento da gestante e ocultação de cadáver.
No dia do desaparecimento, Marcos confirmou que se encontrou com Ísis. Segundo seu depoimento, ele a teria deixado em uma estrada próxima à Vila São João, em Tibagi. “Ela pediu para eu parar o carro e desceu entre a vila e a cooperativa Frísia. Depois disso, segui em direção à cooperativa, mas meu carro começou a cortar combustível. Parei no trevo e abri o capô, descobrindo um problema na mangueira. Resolvi e voltei pelo mesmo caminho para Tibagi”, relatou.
Durante o interrogatório realizado em 14 de dezembro de 2024, Marcos deu uma nova versão dos fatos. Ele afirmou que Ísis não queria estar grávida, contradizendo a conclusão da polícia de que ele seria o responsável por pressioná-la a abortar. O suspeito participou do depoimento diretamente da cadeia pública de Ponta Grossa, respondendo apenas às perguntas feitas por seus advogados.
Marcos também alegou que conheceu Ísis em uma festa e afirmou que o encontro mencionado ocorreu enquanto estava separado da esposa. Essas declarações, entretanto, contrastam com os indícios apurados pela investigação. O caso segue sem desfecho, enquanto a família de Ísis continua buscando respostas sobre o paradeiro da jovem.
(Com informações RIC)
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