FOTO: PAULO PINTO/AGÊNCIA BRASIL
O comércio varejista, tanto em lojas físicas quanto online, registrou um desempenho notável nesta Black Friday, beneficiado pelo pagamento da primeira parcela do 13º salário. O Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA) apontou um aumento de 17,1% nas vendas em lojas físicas e de 8,9% no e-commerce em comparação com a Black Friday de 2023.
Dados da Plataforma Hora a Hora da Confi.Neotrust, em parceria com a ClearSale, revelam que, da 0h de quinta-feira (28) até a tarde de sábado (30), o e-commerce brasileiro movimentou mais de R$ 6,8 bilhões. O valor médio dos pedidos foi de R$ 563,49, uma pequena redução de 0,6% em relação a 2023. O faturamento aumentou 9,2%, com o volume de pedidos alcançando 12,1 milhões, um crescimento de 9,8% em comparação ao ano anterior.
Segundo a Cielo, no geral, a Black Friday cresceu 16,1%. Supermercados e Hipermercados lideraram os resultados, com um aumento de 26,2%. Drogarias e Farmácias (21,7%), Vestuário (18,2%) e Alimentação (17%) também se destacaram. O setor de Móveis e Eletrodomésticos, importante para a data, cresceu 7,9%.
“O faturamento da Black Friday deste ano superou em 15,2% o de 2019, o que marca a primeira vez que ultrapassamos os níveis pré-pandemia. O pagamento do 13º salário e de benefícios no dia do evento foi um fator crucial”, afirmou Carlos Alves, vice-presidente de Tecnologia e Negócios da Cielo.
A região Sul, conforme o índice da Cielo, registrou o maior crescimento em comparação a 2023, com um aumento de 19,5%. As demais regiões também apresentaram altas significativas: Norte (18,6%), Sudeste (18,2%), Centro-Oeste (15%) e Nordeste (13,2%). São Paulo liderou entre as unidades federativas, com um aumento de 20,8%, seguido pelo Rio Grande do Sul (20,6%), Paraná (19,2%), Rio de Janeiro (16,7%) e Pará (16,4%).
Matheus Manssur, superintendente comercial da ClearSale, destacou o crescimento expressivo tanto no faturamento quanto no volume de pedidos. No entanto, alertou para o alto índice de fraudes, mesmo com uma redução proporcional. As fraudes atingiram cerca de 17,8 mil tentativas, totalizando R$ 27,6 milhões em golpes evitados. O valor médio das fraudes foi de R$ 1.550,66, um aumento de 7% em relação ao ano passado.
As categorias mais afetadas por fraudes foram instrumentos musicais (4,02%), games (2,77%), informática (2,03%), acessórios eletrônicos e celulares (ambos com 1,74%) e eletrônicos (1,65%). Manssur salienta que essas cifras são dinâmicas e podem sofrer alterações após confirmação das tentativas de fraude.
(Com Agência Estado)
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