Rio Ivai entre as cidades de Floresta e Engenheiro Beltrao nesta terça-feira (12), segundo o Simepar, a seca histórica é resultado da chuva abaixo do esperado nos últimos três meses. 12/05/2020 - Foto: Geraldo Bubniak/AEN
O governo do Paraná, por meio do programa Rio Vivo, vai promover a soltura de peixes nos rios Ivaí e Piquiri, na região de Umuarama, entre fevereiro e abril de 2025. A iniciativa também será realizada nos rios Iguaçu e Tibagi, nos Campos Gerais, e tem como objetivo principal a preservação das principais bacias hidrográficas do estado, com foco na conservação da fauna aquática e no uso sustentável da água.
De acordo com Luís Carlos Borges Cardoso, chefe regional do Instituto Água e Terra (IAT) em Umuarama, os meses para a soltura dos alevinos já estão definidos, mas ainda não se sabe o volume exato que será destinado aos dois principais rios da região.
“É muito importante para o repovoamento, porque, por vários fatores, a diminuição da reprodução dos peixes está cada vez menor, então é importante a reposição desses alevinos que vão repovoar novamente os nossos rios”, afirmou Cardoso.
Por se tratar de um rio federal, o Rio Paraná ficou de fora desta fase do programa. Segundo Cardoso, apenas o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) tem autorização para realizar o repovoamento naquela área.
“Como o Rio Piquiri e o Ivaí são os maiores afluentes do Rio Paraná na nossa região, a soltura nesses rios acaba automaticamente beneficiando o Rio Paraná”, explicou.
Além da soltura de peixes, o programa Rio Vivo inclui ações de educação ambiental, envolvendo crianças e comunidades ribeirinhas em atividades de plantio de mudas, limpeza de rios e preservação de áreas de mata ciliar.
O programa foi lançado oficialmente no último dia 15 de novembro, com a soltura de 100 mil peixes na bacia do Ivaí, no município de Mirador. Entre as espécies soltas estão lambaris e dourados, ambos peixes nativos do Paraná, em estágio juvenil, o que aumenta as chances de sobrevivência.
Nesta etapa, a meta é soltar 2,626 milhões de peixes nas bacias dos rios Tibagi, Piquiri, Iguaçu e Ivaí. No ciclo inicial do programa, entre 2021 e 2022, foram liberados 2,615 milhões de peixes. O objetivo é repovoar as bacias do estado com 10 milhões de peixes até 2026, de espécies como traíra, pacu e pintado.
O investimento previsto para essa fase do projeto é de R$ 557,8 mil, e a coordenação está a cargo da Superintendência Geral de Bacias Hidrográficas e Pesca, ligada à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável (Sedest).
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