Foto: Reprodução/Ric
Logo no início de 2024, uma notícia abalou o Paraná e repercutiu em todo o Brasil: Ágatha Sofia Saraiva, de apenas três anos, foi sequestrada. A criança, que vivia com uma família acolhedora no Bairro Santa Cruz, foi levada por desconhecidos em um carro, desaparecendo sem deixar rastros.
A situação mobilizou forças de segurança em todo o país, e a mãe biológica de Ágatha rapidamente se tornou a principal suspeita do crime. Vinte dias depois, a Polícia Civil localizou a menina e a genitora em Minas Gerais. Felizmente, a criança foi resgatada em boas condições de saúde, sem sinais de violência física.
Sete meses após o caso ganhar notoriedade nacional, o advogado Claudinei Ozelame, responsável pela defesa da mãe de Ágatha, informou que a criança está bem e que, em julho, voltou a morar com a mãe biológica, conforme determinação judicial.
No entanto, o desfecho da situação na esfera criminal ainda está em aberto, já que a mãe de Ágatha busca o perdão judicial pelo sequestro. Ozelame também ressaltou que tanto a mãe quanto seu companheiro estão empregados e oferecendo uma vida digna para a menina, que deverá iniciar seus estudos no próximo ano.
(Com informações CGN)
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