Umuarama

Piscina inativa de clube é fiscalizada por agentes de endemias e Vigilância Sanitária

O pátio e a piscina do Clube Português de Umuarama, que atualmente está inativo, foram alvos de uma ação de fiscalização da Secretaria Municipal de Saúde nesta segunda-feira (6). Agentes dos serviços de Vigilância Sanitária e de Vigilância em Saúde Ambiental têm realizado vistorias periódicas no local, para monitorar possíveis criadouros de insetos, e atendido também reclamações de vizinhos.

“Nossos agentes de combate a endemias realizam visitas frequentes aos ambientes do clube, principalmente a piscina. Sabemos que o clube enfrenta situação de abandono, enquanto passa por uma reformulação em sua diretoria, mas mesmo nesta situação o combate à dengue precisa ser mantido”, afirmou a coordenadora da Vigilância Ambiental, Taila Biaca Crivelaro.

Na vistoria realizada nesta segunda não foram encontrados focos de mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zica vírus e febre chikungunya. Embora esteja desativada, a piscina acumula um volume de água das chuvas e vem recebendo tratamento com larvicida.

Mesmo assim o clube foi novamente notificado e recebeu prazo de 12 horas para que toda a água seja drenada. “Em março atendemos uma reclamação feita à Ouvidoria Municipal e a piscina foi esvaziada por completo após notificação da Vigilância Ambiental”, lembra a coordenadora.

Poucos dias depois houve um período de chuvas e mais água se acumulou no fundo, desde então as vistorias estão sendo realizadas frequentemente pelos agentes de endemias. O responsável pelo local deverá manter a piscina sempre seca, a fim de evitar transtornos, até que a situação do clube seja definida.

A piscina está sem sugadores que fazem a remoção da água. A cada chuva esse trabalho precisa ser feito com bombas manuais, pelos responsáveis. “Não são achadas larvas do mosquito da dengue porque a piscina recebe tratamento e conta, inclusive, tem boias de cloro – produto que mata as larvas – e também devido à ocorrência de ninfas de libélulas, que são predadoras naturais do mosquito”, completa Taila Crivelaro.

A ação deve a presença da coordenadora da Vigilância Sanitária, Claudeni de Oliveira Santos Scapolan, e foi determinada pelo secretário municipal de Saúde, Edson Souza.

(Reportagem: Assessoria PMU)

Redação

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