Foto: Reprodução/Metrópoles
O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) revogou nesta quinta-feira (2) a prisão preventiva de Érika Souza, acusada de levar o cadáver do tio para sacar um empréstimo de R$ 17 mil. A mulher estava detida desde 16 de abril.
A decisão atendeu pedido da defesa, que argumentou que Érika é ré primária, possui residência fixa e enfrenta problemas de saúde mental. A juíza Luciana Mocco, da 2ª Vara Criminal da Regional de Bangu, destacou que o clamor público não é critério legal para manter a prisão, ressaltando a necessidade de comprovar perigo iminente de novos crimes para justificar a preventiva.
Mocco impôs medidas cautelares à Érika, como comparecimento mensal ao cartório do juízo e proibição de se ausentar da Comarca por mais de sete dias sem autorização judicial. A decisão deve gerar debate sobre os critérios de manutenção da prisão preventiva em casos sensíveis à opinião pública.
OBemdito com Metrópoles
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