Foto: Arquivo OBemdito
Está previsto para acontecer a partir das 9h desta quinta-feira (29) no plenário do Tribunal do Júri de Umuarama o julgamento de Jean Michel de Souza Barros. Ele é acusado de ter cometido triplo homicídio no dia 8 de agosto de 2021.
Para a ocasião, o Fórum de Umuarama terá um esquema especial de segurança. Equipes da Polícia Penal da região e da Polícia Militar (PM) de Umuarama foram escaladas para reforçar a segurança e assegurar o andamento do júri com tranquilidade.
De acordo com o comandante do 25º Batalhão da PM, Tenente-Coronel Claudio Longo, há equipes definidas para essa situação e, dependendo do movimento, será ampliado o policiamento.
OBemdito também conversou com o setor de comunicação da Polícia Penal do Paraná, que confirmou que o esquema de segurança é sempre reforçado nessas ocasiões. O reforço será com equipes da Polícia Penal da região de Umuarama. Outras informações não foram repassadas por questões de segurança.
Poucos detalhes sobre a organização do júri foram divulgados. O juiz será Adriano César Moreira, titular da 1ª Vara Criminal da Comarca de Umuarama. A expectativa é de que o procedimento tenha duração de até três dias, ou seja, se prolongue até sábado (2/3).
RELEMBRE O CASO
Jean Michel de Souza Barros é acusado de assassinar a esposa e os sogros, em Umuarama. O triplo homicídio foi descoberto na manhã de 9 de agosto de 2021. A advogada Jaqueline Soares, 39 anos, e os pais Helena Marra, 59, e Antônio Soares dos Santos, 65 anos, foram mortos com golpes de faca.
Jean Michel foi preso após a polícia rastrear seu telefone e descobrir que ele próprio havia cometido o crime. O suspeito não demonstrou qualquer reação de dor ou arrependimento quando os corpos foram encontrados. O crime gerou muita comoção na cidade.
Conforme apurado pelas investigações na época, o crime teria sido motivado por desentendimentos familiares. Primeiro, Jean teria matado os sogros Antônio e Helena. Depois, Jaqueline. Após o crime, o suspeito jogou os celulares em um bueiro para tentar se livrar de pistas.
Na última sexta-feira (23), em conversa com OBemdito, o advogado de Jean, Giovanni Moro, afirmou que, a princípio, a Defesa não pediria o adiamento do julgamento. “A tese da defesa é a realidade dos fatos. Nós sustentaremos exatamente o que defendemos nos autos do processo e pediremos a absolvição do acusado”, pontuou.
Jean Michel segue preso no Complexo Médico em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba.
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