Umuarama

Meio Ambiente discute alternativas para aumentar volume de lixo reciclável separado

Todos os dias são produzidas cerca de 80 toneladas de resíduos em Umuarama, produtos que são coletados e levados para o Aterro Sanitário para que possam ser processados ou armazenados.

E, da mesma forma que milhares de cidades brasileiras de mesmo porte, o serviço de processamento de seu lixo domiciliar, limpeza urbana e resíduos sólidos é um problema debatido constantemente pela administração municipal.

Na manhã desta quarta-feira (18) um encontro, promovido pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente, abordou o tema e discutiu alternativas para melhorar o serviço oferecido ao cidadão.

Uma nova célula, com 21 mil m² de área – são 210 metros de comprimento por 105 de largura e 12 metros de profundidade – está em processo de construção ao lado da atual e, quando pronta e se bem gerenciada, poderá ser utilizada por aproximadamente 10 anos.

“O objetivo desse encontro foi colocar representantes de diversas secretarias municipais a par de questões pertinentes ao Aterro Sanitário, como problemas com a falta de separação de resíduos pela população. Para se ter uma ideia, mais de 30% dos resíduos que recebemos como ‘normais’, poderiam e deveriam ser reciclados: isso é algo que precisa ser mudado”, alerta Waltinho Sucupira, secretário de Meio Ambiente.

Outro ponto abordado na reunião, que contou com representantes da Cooperuma (Cooperativa dos Catadores de Materiais Recicláveis de Umuarama) e de empresas terceirizadas responsáveis por serviços de coleta seletiva, além das secretarias de Serviços Públicos, Fazenda, Administração e Controladoria Interna, foi a possibilidade de construção de ecopontos em diversos bairros da cidade, ao estilo do que já fazem ao menos 2 mil municípios brasileiros.

“Nosso melhor exemplo é o município de Salto, no estado de São Paulo, que também tem 120 mil habitantes como nós e resolveu o problema do lixo com investimentos simples e eficientes”, pontuou o secretário de Serviços Públicos Carlos Alberto de Assis.

EDUCAÇÃO AMBIENTAL

O ato de separar lixo orgânico do lixo reciclável é algo que precisa ser incorporado ao dia a dia de todo cidadão. A frase foi dita pela diretora de Meio Ambiente Fernanda Periard Mantovani, lamentando que a maioria das pessoas simplesmente nem pensa em separar os resíduos produzidos em suas residências.

“Felizmente as gerações estão mudando: crianças aprendem rápido e cobram dos pais e familiares uma postura de mais cuidado com o meio ambiente. O problema são os adultos, que ainda têm um pensamento individualista, que não pensam no futuro. Mas nossa luta é constante, por isso, nas próximas semanas, iremos implementar uma campanha de conscientização mais moderna e voltada a fazer a população entender como a separação de resíduos pode economizar recursos público”, indica Fernanda.

Abaixo imagens da nova célula que está sendo construída no aterro:

(Reportagem: Assessoria PMU)

Redação

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