Foto: Ricardo Aires/acervo
A audição é um dos sentidos mais cruciais para o ser humano, pois desempenha um papel vital na comunicação, segurança, orientação espacial, na autoestima e na qualidade de vida como um todo. Portanto, quando ocorre a perda total ou parcial, a vida pode sofrer mudanças severas e os resultados podem ser altamente negativos.
Há um tempo atrás, a única opção de tratamento para perda de audição eram os aparelhos auditivos convencionais, considerados satisfatórios até um determinado nível de perda auditiva. Tratamentos com alta tecnologia, que podem e devem ser utilizados em casos mais avançados, só eram possíveis em grandes centros do estado.
Porém, Umuarama agora está no mesmo patamar dos grandes centros, podendo oferecer tratamentos efetivos a quem possui problemas específicos de perda de audição ou surdez. Recentemente, o Hospital UOPECCAN de Umuarama realizou o primeiro implante de prótese auditiva ancorada no osso, feita pelo otorrinolaringologista Dr. Diego Costa. A cirurgia consiste em colocar um aparelho auditivo de forma cirúrgica para estimulação direta do órgão de audição.
Essencial à equipe, o tratamento também conta com a participação da fonoaudióloga Dra.Bruna Portilho, especialista no assunto. E a boa notícia é que tanto a cirurgia quanto a ativação obtiveram grande sucesso. Este foi um grande marco para os cidadãos Umuaramenses e de toda região, pois a partir de agora eles não precisarão mais se deslocar até as grandes cidades.
O especialista explica que o implante serve como alternativa de tratamento para pacientes cujos aparelhos convencionais já não surtem mais efeito.
“A paciente tem 23 anos e sofria há mais de quinze anos com a perda quase total da audição do ouvido direito. Após uma análise detalhada, vimos que a audição dela poderia ser recuperada quase totalmente com a implantação do aparelho de condução óssea Osia 2 da fabricante Cochlear. Após a cirurgia, que é de alta complexidade, mas com chances de complicações relativamente pequenas, a recuperação foi extremamente rápida. E após seis semanas, fizemos a ativação final do aparelho. Após alguns testes preliminares, constatamos que o procedimento foi um verdadeiro sucesso e confesso que foi emocionante ver a paciente voltar a ouvir”, destaca Costa.
O médico umuaramense reforça que pacientes que sintam alguma dificuldade em ouvir, devem procurar seu otorrinolaringologista ou fonoaudióloga de confiança. Existem testes, tratamentos prévios além de que cada paciente pode responder de um jeito a diversos tratamentos. Por isso, uma avaliação interdisciplinar é tão importante, e se faz necessária.
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