Ao lado do secretário municipal do Meio Ambiente, Walter Luiz Sucupira, o prefeito Celso Pozzobom visitou nesta semana um projeto de grande alcance social lançado no início de sua segunda gestão à frente da Prefeitura – em agosto de 2021 –, que beneficia mais de duas dezenas de famílias do Jardim São Cristóvão com a possibilidade de produzir alimentos de qualidade para o próprio consumo.
Em parceria com a Copel – e com apoio de acadêmicos de agronomia da Universidade Estadual de Maringá (UEM) – o programa Cultivar Energia incentiva a criação de hortas comunitárias em terrenos situados embaixo de linhas de transmissão e distribuição de energia elétrica. A iniciativa tem total apoio da Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Agricultura.
A horta comunitária produz uma grande variedade de verduras, legumes, tubérculos e temperos e é cuidada pelos próprios moradores do bairro. Cada um tem os seus canteiros.
“É gratificante ver o pessoal cuidando da horta e retirando alimentos daqui. Para facilitar o trato e ajudá-los a melhorar a produção, vamos instalar aqui um poço artesiano e possibilitar a irrigação constante, bem como fornecer mais insumos para o preparo da terra”, anunciou Pozzobom.
A notícia foi muito bem recebida pelo comerciante Amaury Pereira, primeiro presidente da associação das hortas comunitárias urbanas de Umuarama.
“Temos alface, almeirão, couve, cheiro verde, batata e outras variedades produzindo, que precisam de irrigação, ainda mais com esses dias quentes e secos”, afirmou. “Vai ficar ainda melhor agora”, disse ele, morador do bairro há 40 anos.
Atualmente 23 famílias ocupam o espaço e plantam culturas variadas. “Além da parte alimentar, a horta comunitária ajuda a preservar o ambiente embaixo das linhas de energia. Isso era um espaço perdido e agora está recuperado e produzindo”, disse o secretário do Meio Ambiente, Walter Luiz Sucupira, enquanto saboreava amoras encontradas com fartura na cerca lateral da horta.
“Está produzindo bastante e todo mundo aproveita pra comer e fazer suco”, disse uma moradora.
A Copel liberou a área e implantou a cerca. A Prefeitura entrou com o preparo do solo, canteiros e distribuição de insumos como calcário e cavacos, além de orientação técnica. Depois veio o apoio de estudantes de agronomia da UEM e quem visita o local se depara com um verdadeiro ‘sítio’ no perímetro urbano da cidade. Tem café, feijão, mandioca, abacaxi, limão e várias outras culturas nos canteiros sob o linhão da Copel.
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