Fotos: Polícia Ambiental de Umuarama
Todo animal tem o direito de ser respeitado. Este foi o eixo temático de uma palestra promovida pela Secretaria Municipal de Educação de Maria Helena, na quarta, 10, na Escola Municipal Nossa Senhora das Graças. Cerca de 270 alunos participaram, do 1º ao 5º ano.
Os palestrantes alertaram as crianças que o assunto é emergente e urgente na nossa sociedade. Foram convidados para falar o Sargento Hugo Freitas e o soldado Adilson de Aguiar, da Polícia Ambiental Força-Verde/PM de Umuarama, que destacaram as ações que a corporação desenvolve na região para proteção dos animais e seus trabalhos ligados a projetos de educação ambiental.
Também palestraram as médicas veterinárias Regiane Baptista, da SAAU (Sociedade de Amparo aos Animais de Umuarama), que falou sobre o trabalho que a entidade desenvolve em Umuarama há cerca de trinta anos; e Marcella Scarassatti, secretária de Agricultura e do Meio Ambiente de Maria Helena, que motivou as crianças a respeitar os animais e praticar boas ações pela causa.
O ponto alto do evento foi o lançamento da campanha de coleta de tampinhas plásticas [de garrafa pet] na cidade, que já tem dez postos de arrecadação. A ação tem apoio do projeto ‘Reciclagem’, do programa ‘A união faz a vida – Sicredi Dexis’. Tudo o que for arrecadado será vendido para empresas que reaproveitam o material e o dinheiro será repassado à Saau.
“Nosso objetivo foi conscientizar as crianças do valor que esta ação terá para a natureza, já que, separando e levando as tampinhas aos postos de coleta, estarão colaborando para dar destino correto a esse plástico que tanto polui o planeta e, ao mesmo tempo, cuidando dos animais abandonados ou sujeitos a maus tratos”, explica a secretária municipal de Educação, professora Márcia Santucci.
A diretora da escola, professora Andréia Romano, recepcionou os convidados.
Valor das tampinhas
Com objetivo de educar crianças e adolescentes sobre cooperação e cidadania, o programa ‘União pela Vida’ da Fundação Sicredi atua com projetos sociais em todo o Brasil. Suas campanhas de arrecadação de tampinhas de garrafas plásticas [pet] tem gerado muitos recursos para entidades assistenciais.
Um quilo de tampinha custa em média R$ 2; as vermelhas são as mais valiosas. E o mercado é grande e promissor, no Brasil, por causa da infinidade de aplicações para esse material reciclado.
Quando vendidas já separadas de outros resíduos sólidos [lixo], em lotes, o valor agregado é maior. O reaproveitamento tem sido motivado para reduzir a dependência de matéria-prima in natura não renovável [petróleo].
A Associação de Bares e Restaurantes do Brasil considera as tampinhas “a nova moeda no mercado da solidariedade”.
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