Saúde

Médico da Uopeccan explica o papel e a importância do infectologista hospitalar

Para o pleno funcionamento de um hospital é necessário o envolvimento de diversos setores, como a CCIH (Comissão de Controle de Infeção Hospitalar) e SCIH (Serviço de Controle de Infecção Hospitalar), compostos por médicos, enfermeiros e farmacêuticos, que possuem como missão manter as taxas de infecção baixas, garantindo segurança ao paciente. Neste dia 11 de abril é comemorado o Dia do Infectologista e a Uopeccan destaca a importância desse profissional dentro da instituição.

De acordo com o médico infectologista da Uopeccan de Umuarama, Raphael Hartmann, esse profissional é responsável pelo tratamento de todos os tipos possíveis de infecções, intoxicações aguadas por determinados medicamentos e acidentes com animais peçonhentos.

“O papel do infectologista é tentar controlar o máximo possível de infecções, para que haja menos risco ao paciente. Fazendo isso, diminuímos também os riscos inerentes de ter uma colonização de bactérias hospitalares; a CCIH vai ajudar a controlar diversas situações causadas por microrganismos que são mais resistentes dentro do hospital, porque esse é o papel: garantir atendimento de excelência e qualidade, sem gerar risco ao paciente”.

De acordo com ele, as infecções mais prevalentes são por vírus, bactérias, fungos, microbactérias e alguns parasitas e, atualmente, a Uopeccan possui uma taxa de infecção de 1,3%, um excelente dado, abaixo da média recomendada pela Anvisa e Ministério da Saúde de 5%.

Para garantir esse número, todo paciente que é internado passa por uma triagem. “Depende muito da patologia do paciente, mas de forma geral, ele passa por um processo de exame bastante aprimorado, lançando mão da parte clínica e laboratorial. Em especial aqui na Uopeccan, a gente tem os pacientes que são oncológicos, que geralmente em algum momento tem alteração da imunidade e que precisamos ter um cuidado muito maior, para que outro paciente ou um visitante não traga risco à saúde daquele paciente com uma maior debilidade. Por isso, o rastreio inicial é extremamente importante”, afirma o médico.

Além disso, a equipe conta com a educação permanente, oferecendo treinamentos constantes para as equipes assistenciais. “É sempre feito um processo de reeducação de todos os colaboradores, incentivando-os a trazerem todas as dúvidas para nós, sobre um determinado produto, higienização ou processo de realização de alguma conduta dentro do hospital”, finaliza o Raphael.

Em Cascavel, a equipe da CCIH conta com a médica infectologista Carla Sakuma de Oliveira.

(Assessoria Uopeccan)

Redação

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