FOTO: Danilo Martins/OBemdito
A falta de matéria prima e mão de obra para a produção de caixões têm afetado os serviços funerários em todo o Pais e em Umuarama não é diferente. A procura por urnas aumentou muito nos últimos e um dos motivos é a letalidade da pandemia do novo coronavírus, que se mantém em níveis irrefreáveis.
A Administração dos Cemitérios e Serviços Funerários (ACESF) na cidade ainda não chegou a ficar sem caixões, mas viu a luz vermelha acender. “Nós temos contratos com as empresas e por isso não chegamos a ficar sem. Mas houve demora na entrega, antes o que chegava com 15 dias, agora chega em até 50 dias”, afirmou o diretor financeiro da autarquia, Gilvan Luz da Silva.
A lei da oferta e procura cresceu muito nos últimos tempos. Grandes cidades ficaram sem urnas para realizar os sepultamentos por causa da elevação de óbitos. “Ficamos com o estoque baixo. E sim, alguns modelos tivemos falta, mas não chegamos entrar em um colapso. Conseguimos seguir com nossos trabalhos sem sermos prejudicados”, lembrou o diretor.
Por conta das mortes relacionadas ao coronavírus a procura foi maior por caixões mais comuns e justamente esses tiveram atraso nas entregas. “Não está havendo muitos velórios e em muitos casos os enterros acontecem direto e sem cerimônia, por isso, as famílias escolher uma urna boa, mas não a mais cara”, ressaltou.
Segundo o diretor financeiro da Acesf, os valores em relação aos caixões não foram alterados neste período. Isto porque a administração do cemitério faz um grande compra por meio de licitação. “Nos próximos meses haverá uma nova licitação e com certeza haverá reajuste de valores”, destacou.
A compra de novas urnas também será maior. “O nosso estoque geralmente gira em torno de 850 urnas em tempos comuns. Mas agora vimos a necessidade de aumentar e o próximo pedido será de 1 mil”, finalizou,
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