Foto: Assessoria de comunicação Hospital Cemil
Recentemente o Núcleo de Educação de Umuarama reuniu autoridades dos setores de segurança e sua equipe pedagógica para discutir o alarmante aumento da incidência de crianças e adolescentes flagrados utilizando cigarros eletrônicos no ambiente escolar.
Especialistas e médicos atestam a preocupação dos professores. “Fumar é prejudicial em qualquer idade. Começar a fumar ainda na infância ou no começo da adolescência pode ser desastroso, provocar o desenvolvimento de doenças respiratórias e até de cânceres muito precocemente e levar à morte”, disse a pediatra Dra. Bruna Costa, da equipe de pediatria do Hospital Cemil, que foi convidada a falar sobre o tema.
Segundo ela, as crianças são atraídas pelas cores fortes e vibrantes e pelo sabor adocicado dos cigarros eletrônicos. “Coloridos, com nomes ‘descolados’, com vários sabores atrativos, como chocolate e morango, que as crianças adoram, parecem ser inofensivos. Mas de inofensivos, eles não têm nada!”, destaca a médica.
A venda e o consumo de cigarros eletrônicos no Brasil é proibida, pela Resolução de Diretoria Colegiada RDC nº 46/2009. Segundo a Anvisa, o consumo de e-cigarro é “potencialmente lesivo à saúde pública”.
Já o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei n.º 8.069/1990) proíbe vender ou entregar à criança ou ao adolescente produtos cujos componentes possam causar dependência física ou psíquica. A pena é de detenção de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa.
Contudo, os dispositivos podem ser adquiridos livremente pela internet e até em comércios como tabacarias, a um custo acessível. Uma pesquisa, conduzida pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca), constatou que mais de 86% dos adolescente de 13 a 17 anos conseguem comprar cigarros em estabelecimentos comerciais em todo território nacional.
“É preocupante e os pais precisam ficar alertas. Fumar cigarro eletrônico não pode, não é inofensivo e precisa ser combatido. Pais, tomem cuidado, eles podem estar fazendo isso sem vocês saberem”, diz a Dra. Bruna.
CAMPANHA
O Núcleo de Educação de Umuarama irá realizar ações coletivas intersetoriais para coibir o uso dos dispositivos eletrônicos nas escolas e intensificar as campanhas educativas junto aos alunos, pais e a comunidade.
As escolas irão atuar em conjunto com a Polícia Militar, Conselho Tutelar, Ministério Público entre outros órgãos para intensificar a fiscalização nas escolas. Caso alguma criança ou adolescente seja flagrado com o dispositivo, o mesmo será encaminhado às medidas cabíveis e os pais responsabilizados.
(Assessoria de comunicação Hospital Cemil)
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