Os manifestantes seguem acampados na rodovia PR-323 em Umuarama, no trevo em frente ao parque de exposições. A Polícia Militar (PM) está mantendo equipes no local para assegurar que a ordem de liberação da via seja cumprida e também para a segurança dos manifestantes.
Um grande grupo de pessoas contrárias ao resultado das eleições do último domingo (30/10) estava bloqueando o tráfego na rodovia no perímetro urbano de Umuarama, deixando passar apenas alguns tipos de veículos, como carga viva, da saúde e carros oficiais.
No período da manhã nesta terça-feira (1º/11), por volta das 10h30, equipes do 25º Batalhão da Polícia Militar (25º BPM) cumpriram ordem para desobstruir o local e liberar o trânsito para todos os tipos de veículos.
A ação foi comandada pelo Major Cláudio Longo, que explicou aos manifestantes que após uma determinação do Supremo Tribunal Federal emitida na noite de segunda-feira (31), era necessário que as rodovias, acostamentos e trevos fossem desbloqueados imediatamente.
Os manifestantes então informaram que iriam liberar a via, mas permanecer na localidade, em espaços permitidos, tais como estacionamentos de empresas. Alguns cumpriram a determinação, mas há ainda aqueles que seguem em canteiros da rodovia ou estacionados em locais não autorizados. Até o momento, no entanto, não houve relatos de problemas mais graves relacionados a isso.
Questionado na noite desta terça-feira, o Major Cláudio informou que a PM segue acompanhando as manifestações. Em Umuarama de maneira fixa (com equipe o tempo todo no local do protesto), e nas demais localidades da área de abrangência do 25º BPM com rondas e algumas paradas.
“Não houve nenhum ato de desrespeito. Estamos sendo muito bem tratados pelos caminhoneiros e apoiadores do movimento. Permaneceremos acompanhando e promovendo a segurança deles até pela duração da manifestação”, informou o comandante.
Depois da interferência da PM, o tráfego foi liberado, porém, houve várias situações relatadas a OBemdito em que os manifestantes teriam praticamente forçado caminhoneiros a parar. A redação conversou com o comando da PM a respeito deste fato. “Qualquer caminhoneiro que queira deixar o local e esteja sendo coagido pode acionar a PM que será escoltado se necessário. Tivemos apenas duas solicitações o dia todo”, finalizou Major Cláudio.
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