Foto: Danilo Martins/OBemdito
Adolescentes e jovens de Umuarama estão convidados para discutir um assunto polêmico, que tem trazido muitos desafios nos últimos tempos: o cyberbullying.
O termo é usado para definir o assédio virtual, que envolve o uso de tecnologias de informação e comunicação para promover comportamentos deliberados, repetidos e hostis praticados por uma pessoa ou grupo com a intenção de prejudicar o outro.
“Essa prática tem se tornado cada vez mais comum na nossa sociedade, especialmente entre os jovens. Por isso nos juntamos ao Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) para realizar uma capacitação, orientando os participantes sobre como se comportar diante do problema e ajudar a combatê-lo, não passando adiante as manifestações de assédio”, explicou a secretária municipal de Assistência Social, Adnetra Vieira dos Prazeres Santana.
A palestra será ministrada nesta quarta-feira (27), das 13h30 às 17h30, no Centro Cultural Vera Schubert, por profissionais da UniAlfa Faculdade contratados pelo CMDCA e trabalhará dois focos distintos com os jovens: o combate às fake news e ao discurso de ódio na internet, bem como proporcionar uma educação crítica reflexiva.
“Pelo seu próprio bem, o jovem pode e deve contribuir para tornar a internet um ambiente mais seguro e menos tóxico. Hoje em dia muitos deles têm enfrentado problemas psicológicos e adoecido por conta de frustrações e agressões recebidas pelas redes sociais. Isso precisa ser evitado e combatido”, reforçou a secretária.
A participação é aberta a todos os interessados, com emissão de certificado da UniAlfa no final. “Quanto maior for a participação, mais aliados teremos no enfrentamento do cyberbullying, que atinge tanto as vítimas quanto os praticantes com experiências negativas em sua saúde psicológica e comportamental”, completa Adnetra.
Estudos relacionam inclusive evasão escolar, isolamento social, depressão e ideação suicida como decorrência desta prática. O cyberbullying envolve intimidação, humilhação, exposição vexatória, perseguição, calúnia e difamação por meio de ambientes virtuais, como redes sociais, e-mail e aplicativos de mensagens.
A incidência maior de casos ocorre entre os adolescentes, porém há um número considerável de jovens adultos que utilizam e são atingidos por essa prática criminosa. Podem ser consideradas cyberbullying a exposição de fotografias ou montagens constrangedoras, divulgação de fotografias íntimas e críticas repetitivas à aparência física, à opinião e ao comportamento social de indivíduos.
Os agressores geralmente usam de perfis falsos (fakes), acreditando estarem protegidos quanto à sua identidade real, ou se manifestam pelo meio virtual por não ter que encarar a sua vítima pessoalmente.
(Assessoria PMU)
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