Paraná

Paraná: Serial Killer de homossexuais é condenado a 104 anos de prisão

O assassino em série de homossexuais José Tiago Correia Soroka, conhecido como Coringa, foi condenado, na última sexta-feira (8) a 104 anos, quatro meses e seis dias de prisão por três crimes de latrocínio (roubo seguido por morte), roubo agravado e extorsão, cometidos em 2021.

A decisão foi proferida pela juíza Cristine Lopes, da 12ª Vara Criminal de Curitiba, que considerou homofobia como agravante pelos crimes. A defesa do condenado entrou com recurso no Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR) tentando reverter a decisão. O advogado Rodrigo Riquelme Macedo esperava que os crimes cometidos contra as vítimas deveriam ser julgados no Tribunal do Júri.

Soroka foi preso em março de 2021 e deverá continuar em regime fechado. Ele é acusado de matar três homens homossexuais – dois destes em Curitiba e outro em Abelardo Luz, em Santa Catarina.

Os crimes

O professor universitário Robson Olivino Paim foi morto por Soroka em 16 de abril de 2021, em Almirante Tamandaré. Na época, a investigação apontou que o professor foi morto em Santa Catarina e seu corpo foi encontrado em um carro abandonado na região.

Na capital paranaense, em 27 de abril de 2021 o acusado executou o enfermeiro David Júnio Alves Levisio, de 28 anos, que foi encontrado amarrado e morto, com sinais de tortura e requintes de crueldade. Ele foi encontrado três dias após o crime, dentro de seu apartamento na Vila Lindóia, em Curitiba.

Ainda na cidade, Soroka teria assassinado o estudante de medicina Marco Vinício Bozanna da Fonseca, de 25 anos. Seu corpo foi encontrado também em seu apartamento, no bairro Portão, já em estado avançado de decomposição.

Assim como é comum em Serial Killers, os métodos adotados por Soroka eram quase sempre semelhantes: Ele escolhia suas vítimas por sua sexualidade, através de aplicativos de relacionamento específicos para o grupo, trocava fotos com as vítimas e posteriormente ia até a residência da pessoa, onde acabava matando-a estrangulada.

Após a morte, ele cobria seus corpos com cobertas. Em todos os casos o assassino levava pertences, o que inicialmente configurava o crime de latrocínio.

(Redação e RIC Mais)

Redação

Recent Posts

As dramáticas viagens de ‘jardineira’ de antigamente davam medo!

Viajar de cidades grandes para Umuarama ou sair daqui para outros lugares era angustiante...

14 horas ago

Mãe convive apenas sete dias com a filha recém-nascida e morre de câncer

Faleceu na manhã deste domingo (18) Fabiane Lauxen Podolak, de 36 anos, engenheira de Cascavel…

15 horas ago

Umuaramense revela santuário subaquático com peixes gigantes no Rio Paraná; vídeo

Vídeos que mostram grandes peixes e paisagens submersas pouco conhecidas do Rio Paraná têm chamado…

15 horas ago

Simepar prevê tempestades em Umuarama ainda neste domingo; confira previsão

Umuarama enfrenta um domingo (18) de tempo instável, com céu fechado nesta tarde e expectativa…

17 horas ago

Dor e comoção marcam a morte de jovem atropelado em Umuarama

A madrugada deste domingo (18) interrompeu de forma abrupta a rotina de trabalho de Pedro…

19 horas ago

Aos 84 anos, fã passa 15 horas em pé para ver Eduardo Costa no Verão Maior; vídeo dançante

O amor de fã não parece conhecer limites e nem de idade. Aos 84 anos,…

20 horas ago

Este site utiliza cookies

Saiba mais