O Sindicato dos Empregos em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de Umuarama e Região (Seessu) anunciou greve da categoria com início na manhã desta terça-feira (12), mas até as 10h30 a adesão era mínima nos hospitais da cidade, conforme levantamento feito por OBemdito.
Os funcionários do Hospital Cemil não foram incluídos no movimento porque houve acordo individual com a direção do estabelecimento. Os gestores da Norospar, Instituto Nossa Senhora Aparecida e Hospital Santa Cruz afirmaram que menos de 2% dos colaboradores aderiram à greve. O atendimento segue normal nas instituições, sem prejuízos aos pacientes.
A Uopeccan também informou que agendamentos, consultas, exames e procedimentos seguem normais e que não tem conhecimento de que algum funcionário participa da paralisação.
Logo nas primeiras horas da manhã, um grupo de profissionais ergueu faixas em frente a Norospar, Nossa Senhora e Santa Cruz. Eles dizem que a situação é grave e que o reajuste solicitado é legítimo. Os funcionários vêm de uma sobrecarga de trabalho nos dois anos de pandemia, que resultou em problemas de saúde. Além disso, muitos foram infectados pelo novo coronavírus.
De acordo com o sindicato, a decisão da greve foi tomada durante uma assembleia realizada no último dia 27 de junho. O Seessu deixou em aberto um prazo para negociações até a última sexta-feira (8), porém somente o Hospital Cemil entrou em acordo.
Conforme William Fortunato, advogado do sindicato, a adesão é baixa, neste primeiro momento, por conta de liminares judiciais concedidas aos estabelecimentos. “Nós estamos respeitando as decisões judiciais. Além disso, há a questão dos turnos de trabalho”, justificou. A expectativa é que os profissionais que entraram no período noturno e ainda não deixaram os postos reforcem o movimento nas próximas horas.
A presidente do sindicato, Débora Cristiane Aparecida Rankel, disse que na assembleia os trabalhadores não aceitaram a contraproposta do órgão patronal, a Fehospar (Federação dos Hospitais e Estabelecimentos de Serviço de Saúde no Estado do Paraná). Conforme Débora, a categoria solicitou reajuste de 12,2% (baseado no INPC) e a Fehospar chegou a 10%.
Os servidores municipais lotados nas unidades básicas de saúde e outros estabelecimentos geridos pela Prefeitura não têm ligação com o Sindicato. De acordo com o secretário Herison Cleik da Silva Lima, o funcionamento nos locais segue totalmente normal.
Ela acrescentou que a classe aceita 10% de reajuste imediato (retroativo a maio) e os outros 2% em janeiro de 2023. Somente em Umuarama são entre 1.500 e 2.000 trabalhadores da saúde.
O Tribunal Regional do Trabalho (TRT) vai analisar o dissídio coletivo às 15h.
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