Foto: Ricardo Trindade/Arquivo OBemdito
O Dia das Mães é a segunda data mais importante para o comércio, atrás do Natal, imbatível como responsável pelo principal faturamento das lojas. O segundo domingo de maio é um evento muito aguardado. As famílias se reúnem, os presentes são entregues e os restaurantes lotam.
De acordo com a sondagem elaborada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Paraná (Fecomércio PR) e pelo Sebrae/PR, este ano o percentual de pesquisados que pretendem presentear sua mãe mantém-se no patamar de 2021, com 80,3%. Um pequeno número, 0,8%, ainda não sabe se vai comprar algo, e 18,9% não vai presentear. O principal motivo, para 66,7% dos entrevistados, é mãe ausente ou falecida.
Na análise do total de entrevistados por gênero, 41,1% dos que vão presentear são homens e 39,1% são mulheres; já quando observamos somente os que vão presentear por faixa de renda, a maioria encontra-se na faixa de mais de 2 até 5 salários mínimos (48,8%).
Chega a 63% as pessoas que fazem pesquisa de preço antes de comprar, dos quais 43,8% pesquisam pela internet e 19,2% pessoalmente nas lojas.
Um dado importante, que se repete, é que a maioria (87,5%) deixa para comprar o presente na semana anterior à data – entre eles, sendo 59,4% comprará durante a semana e 28,1% na véspera. E, apesar de ter caído 8,9 pontos percentuais em comparação a 2021, a maioria dos presentes será de até R$100,00 para 42% dos pesquisados. O número de presentes de valor maior a R$200,00 subiu de 8,4% no ano passado para 18,5%. O tíquete médio aumentou 15,7%, passando de R$116,03 para R$134,25, o maior da série histórica.
Entre os tipos de presente, a preferência por Roupas/Bolsas/Calçados e Perfumes/Cosméticos continua na liderança. Talvez pelo distanciamento causado pela pandemia, muitos irão presentear com dinheiro, percentual que cresceu muito: de 3,6% passou a 10,3%, passando a ser a 3ª opção de presente.
Força do comércio local
Queda considerável foi detectada na compra nas lojas do centro da cidade, caindo para 14,2% em 2022. Por outro lado, aumentou a preferência por compra pela internet, com 23,8%. Destaca-se também a preferência por compras em lojas de shopping, subindo de 11,4% para 22,4%, provavelmente pela comodidade, diversidade e segurança. As lojas de bairro também tiveram grande aumento, passando de 8,9% para 20,3% das preferências, demonstrando a força do comércio local.
(Assessoria Fecomércio)
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