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Leonardo Revesso Publisher do OBemdito

Prefeitura busca acordo para liberar salário de funcionários da ‘tenda Covid’

Dinheiro que iria para o pagamento de abril foi bloqueado a pedido do Ministério Público na operação Metástase. Terceirizados ameaçam greve.

Terceirizados reduziram carga de trabalho na tarde desta sexta (14) e várias pessoas com sintomas de Covid tiveram que voltar para casa. RICARDO TRINDADE/OBEMDITO
Terceirizados reduziram carga de trabalho na tarde desta sexta (14) e várias pessoas com sintomas de Covid tiveram que voltar para casa. RICARDO TRINDADE/OBEMDITO
Prefeitura busca acordo para liberar salário de funcionários da ‘tenda Covid’
Leonardo Revesso - OBemdito
Publicado em 14 de maio de 2021 às 21h03 - Modificado em 15 de maio de 2021 às 09h06
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A Prefeitura de Umuarama emitiu nota no início da noite desta sexta-feira (14) sobre a situação dos salários atrasados dos funcionários que trabalham no Ambulatório Municipal de Síndromes Gripais. Eles reduziram a carga de trabalho e ameaçavam entrar em greve, conforme publicou OBemdito.

“O município de Umuarama e o sindicato dos trabalhadores na área de saúde, junto com o Ministério Público do Trabalho e o Ministério Público do do Paraná, estão tomando todas as providências, legalmente ao seu alcance, para que os funcionários da empresa terceirizada na área de saúde, cuja administradora encontra-se detida, possam receber os salários a que fazem jus em razão do último mês de trabalho”, informou a nota.

E acrescentou: “Município e sindicato estiveram reunidos na quinta-feira (13) com o MP/PR e o MPT, e nesta sexta com os trabalhadores. Apesar do atraso no pagamento por parte da empresa privada, terceirizada, a Prefeitura comunica à população que os serviços continuarão sendo prestados normalmente nas unidades de saúde do município”.

É no ambulatório que são centralizados os exames para a Covid-19 pelo SUS. Os funcionários acusam atraso no salário de abril, que deveria ter sido pagado até a última segunda-feira (10).

Os trabalhadores foram contratados por uma das empresas investigadas pela Ministério Público na Operação Metástase, deflagrada no dia 5. Os valores em contas bancárias das empresas foram bloqueados a pedido do Ministério Público. 

“Temos compromissos assumidos com os nossos salários, mas o que mais nos angustia é essa falta de informação. Ninguém vem aqui falar conosco. Estamos isolados, sem saber onde vai parar tudo isso”, disse a OBemdito uma técnica de enfermagem, que pediu para não ser identificada.

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