Foto: Agência Estadual de Notícias
O Instituto Água e Terra (IAT) está fazendo um alerta aos pescadores após o período de restrição à pesca de espécies nativas para preservar a reprodução. Devido à crise hídrica que o Paraná enfrenta há dois anos, os rios não estão atingidos capacidade máxima e com isso a reprodução de peixes está prejudicada.
“Primeiro nós pedimos que, os pescadores respeitem a cota que é liberada de 10 quilos de pescados, isto porque a Piracema não vem surtindo o efeito esperado. Além disso, pedimos também a colaboração quanta a limpeza e comportamento nos rios”, disse Felipe Furquim, chefe regional do IAT em Umuarama.
Mesmo com o fim das restrições algumas espécies continuam protegidas e caso o pescador seja flagrado com exemplar proibido, ele será notificado. “Continuam proibidas as espécies como Jaú e Piracanjuba, porque estão na lista de extinção do Ibama. Já o dourado – a proibição é regulamentada por uma lei estadual”, explicou Furquim.
A lei de crimes ambientais define multas de aproximadamente R$ 700,00 por pescador e mais de R$ 20,00 por quilo de peixe pescado. Além disso, os materiais de pesca, como varas, redes e embarcações, podem ser apreendidos.
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