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Estado habilita mais 10 leitos de enfermaria para pacientes da Covid em Umuarama

Estado habilita mais 10 leitos de enfermaria para pacientes da Covid em Umuarama
Foto: Gilson Abreu/AEN
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Publicado em 27 de janeiro de 2022 às 10h46 - Modificado em 22 de maio de 2025 às 14h17

Mais 152 leitos para atendimento preferencial à Covid-19 e H3N2 foram reativados pelo Governo do Estado na quarta-feira (26). São 142 enfermarias e 10 Unidades de Terapia Intensiva (UTI), que se somam aos já reabertos desde sábado (22), totalizando agora 609 UTIs e 948 enfermarias.

Desde o início do processo de reabertura de novos leitos, a capacidade de internamentos quase dobrou para os casos mais leves, passado de 515 para 948. 

Os novos leitos foram distribuídos nos municípios de Londrina (15 enfermarias e 5 UTIs), Maringá (20 enfermarias), Umuarama (10 enfermarias), Laranjeiras do Sul (10 enfermarias), Prudentópolis (10 enfermarias), Palmas (5 UTIs e 6 enfermarias), Chopinzinho (6 enfermarias), Coronel Vivida (6 enfermarias), Mangueirinha (6 enfermarias), Pato Branco (12 enfermarias), Clevelândia (6 enfermarias) e Curitiba (25 enfermarias e 10 UTIs).

De acordo com a chefe da 12ª Regional de Saúde, Viviane Herrera, com mais estas 10 vagas, Umuarama agora tem 40 leitos em enfermaria disponíveis para pacientes da Covid e H3N2.

São 20 leitos na Uopeccan, 10 no Cemil e 10 no Hospital Nossa Senhora Aparecida. “No momento não tem previsão de habilitação de novos leitos”, disse Viviane, acrescentando que se houver necessidade a Secretaria Estadual de Saúde deve habilitar mais vagas.

O secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, afirmou na quarta-feira que: “Não estamos medindo esforços para atender quem precisa, neste momento, em que todos os dias os casos de Covid-19 e Influenza aumentam no Paraná. Vale ressaltar que também estamos colocando nossas equipes de prontidão para continuar a vacinação”.

Segundo o boletim mais recente da Covid-19, a média móvel de casos está em 15.420, aumento de 99% em relação a duas semanas atrás. No casos dos óbitos, a média é de 14. São 276 mil casos já registrados em janeiro – o pico até então tinha sido em maio de 2021, com 194 mil casos.

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