Na foto, Alesandra aparece ao lado do irmão Alencar, cuja memória segue presente no cotidiano da família um ano após o caso (Foto Colaboração/OBemdito)
Um ano após o caso que abalou Icaraíma e teve repercussão nacional, familiares de Alencar Gonçalves de Souza afirmaram que manterão uma postura mais reservada. Alencar é uma das vítimas do quádruplo homicídio que também tirou a vida dos paulistas Diego Henrique Affonso, Rafael Juliano Mariscalchi e Robishley Hirnani de Oliveira.
O crime mobilizou forças policiais de diferentes regiões do país e ainda aguarda respostas definitivas. Até o momento ninguém foi preso definitivamente e os dois principais suspeitos seguem foragidos.
Por isso, periodicamente a imprensa que acompanha o caso de Icaraíma busca atualizações de informações junto às autoridades policiais e aos familiares das vítimas. Dentro desse contexto, no último dia 5 de agosto, quando completou 1 ano do fato, as famílias foram procuradas para se manifestar sobre o crime.
A família de Alencar Gonçalves de Souza procurou OBemdito para relatar que não autorizou terceiros a se manifestarem em seu nome. Além disso, disseram que não concederam entrevistas recentes, a não ser o material publicado por OBemdito. Eles também informaram que seguem preservando a intimidade diante da dor e da falta de respostas.
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Segundo Alesandra Gonçalves de Souza, os familiares que vivem em Icaraíma e em São Paulo permanecem alinhados na decisão de evitar manifestações públicas sobre o caso.
A escolha, de acordo com ela, foi construída ainda nos primeiros dias das investigações, quando a repercussão nacional transformou a rotina da família e deu espaço para especulações e diferentes versões sobre o ocorrido.
Desde então, os parentes optaram por preservar a intimidade e enfrentar o luto longe dos holofotes. Ao longo desse período, Alesandra assumiu a responsabilidade de acompanhar os desdobramentos da investigação, filtrar informações e amparar a família, especialmente o pai.
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