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Saúde reforça vacinação contra gripe, apesar da redução de casos de síndrome respiratória

Saúde reforça vacinação contra gripe, apesar da redução de casos de síndrome respiratória
Foto: Sesa-PR
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Publicado em 30 de julho de 2026 às 18h51 - Modificado em 30 de julho de 2026 às 18h51

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) reforça que a vacinação continua sendo a estratégia mais eficaz para reduzir os casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG). O reforço acontece mesmo com a redução de hospitalizações, complicações e mortes em função das doenças.

Ainda que o cenário seja de redução dos casos, as vacinas contra Influenza, Covid-19 e Vírus Sincicial Respiratório (VSR) continuam sendo fundamentais para proteger a população. Isso ocorre principalmente nos grupos prioritários: crianças entre seis meses e seis anos e pessoas com idade acima de 60 anos, além das gestantes.

O Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe), da Sesa, registrou uma queda de 15,5% no número de casos de SRAG. O dado é referente à Semana Epidemiológica (SE) 29, em 27 de julho de 2026, no comparativo com o mesmo período do ano anterior. 

Leia também: Anvisa aprova nova vacina contra gripe para adultos e crianças.

A Síndrome Respiratória Aguda Grave não é uma doença única, mas uma complicação perigosa de gripes e outras infecções, e pode causar forte falta de ar, queda no oxigênio do sangue e lesões nos pulmões. As vacinas contra Influenza, Covid-19 e VSR são fundamentais para proteger a população, principalmente os grupos prioritários, dessas infecções respiratórias, reduzindo hospitalizações, complicações e mortes. Elas são seguras e gratuitas e estão disponíveis nas unidades de saúde em todo o Paraná.

Onde tem vacinação

A vacinação contra Influenza está disponível para toda a população, a partir dos seis meses de idade, nas mais de 1.800 salas de vacinação em todo o Estado.

Até 27 de julho, foram aplicadas 2.955.450 doses em todo o Paraná, sendo 1.106.053 em idosos com mais de 60 anos e 413.221 em crianças de 6 meses a menores de 6 anos, grupos que são prioritários porque apresentam o maior risco de complicações por SRAG.

Balanço dos casos de SRAG

De acordo com o boletim epidemiológico da Sesa, o Estado registrou 15.999 casos de hospitalização por SRAG em 2026. O número está abaixo do registrado em 2025, com 18.944 casos no mesmo período. A Regional de Saúde de Cornélio Procópio, no Norte do Estado, foi a que apresentou a maior redução de casos de SRAG no boletim da Semana Epidemiológica 29 – 54,4%. Já a Regional de Saúde de Toledo, no Oeste, apresentou a menor redução de casos, com 1,5%.

No mesmo boletim, a faixa etária com mais hospitalizações por Influenza foi entre crianças até 6 anos de idade, somando 708 casos. Também destacam-se as hospitalizações nas faixas etárias acima de 60, 70 e 80 anos, com respectivamente 220, 314 e 418 casos registrados. Sendo esta última faixa a que conta com o maior número de óbitos pela doença. A soma total de casos, considerando todas as faixas etárias, foi de 2.564 casos na SE 29.

Números de vacinação contra a influenza

A cobertura vacinal do Paraná entre os grupos prioritários está em 52,55%, acima da média nacional que é de 44,72%. A a meta é atingir 90% desse público até o final do ano, o que representa 2.960.260 paranaenses.

As gestantes continuam apresentando a maior cobertura vacinal até o momento no Paraná, com 75.482 doses aplicadas e 76,77% de cobertura. Em seguida aparecem os idosos, com 1.103.324 doses aplicadas e 52,83% de cobertura, e as crianças, com 376.910 doses, atingindo 48,73%.

Além dos grupos de maior risco já citados, a campanha tem como público-alvo profissionais de saúde, puérperas, povos indígenas, pessoas em situação de rua, professores e trabalhadores da educação dos ensinos básico e superior, assim como integrantes das forças de segurança e salvamento e militares das Forças Armadas.

Também estão incluídas pessoas com deficiência permanente ou doenças crônicas e condições clínicas especiais, além de caminhoneiros, portuários e trabalhadores do transporte, funcionários do sistema penitenciário e a população privada de liberdade, bem como jovens de 12 a 21 anos que cumprem medidas socioeducativas.

(OBemdito com informações da AEN)

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Jaqueline Mocellin

Olá, eu sou Jaqueline Mocellin e trabalho no site OBemdito desde dezembro de 2016. Atuo como jornalista e editora. Sou formada em jornalismo pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), pós-graduada em Comunicação, Educação e Artes pela Unipar/Cascavel e atualmente curso Direito na UniAlfa Faculdade. Estou sempre em busca da emoção que o jornalismo pode proporcionar. Sou apaixonada pela minha profissão, levo muito a sério a ética de trabalho e a correta apuração dos fatos.