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Alex Nascimento Publisher do OBemdito

Perna amputada de idoso ganha nota de falecimento e cerimônia de despedida

A perna amputada de um idoso de 73 anos foi sepultada em Maringá com cerimônia simbólica e nota de despedida. O procedimento é permitido pela legislação mediante autorização e documentação hospitalar - Foto: reprodução/redes sociais
Perna amputada de idoso ganha nota de falecimento e cerimônia de despedida
Alex Nascimento - OBemdito
Publicado em 26 de julho de 2026 às 15h59 - Modificado em 26 de julho de 2026 às 16h27

A perna amputada de um idoso de 73 anos foi sepultada na última quarta-feira (22) no Cemitério Municipal de Maringá, no norte do Paraná. O procedimento chamou a atenção após a realização de uma cerimônia simbólica de despedida e a divulgação de uma nota de falecimento nas redes sociais.

O paciente permanece internado em um hospital de Maringá e segue em recuperação após a cirurgia de amputação. A homenagem à parte do corpo repercutiu na internet e gerou grande curiosidade entre moradores da região.

Cerimônia repercutiu nas redes sociais

A despedida ocorreu de forma semelhante a um sepultamento convencional. Além da cerimônia, uma mensagem de despedida foi publicada na internet, o que contribuiu para a ampla repercussão do caso.

Embora seja incomum, o procedimento é permitido pela legislação brasileira. O sepultamento de membros amputados pode ser realizado quando há solicitação da família e cumprimento das exigências legais.

Sepultamento mediante documentação

No Brasil, membros amputados normalmente recebem destinação hospitalar, sendo a incineração o procedimento mais adotado pelas unidades de saúde.

Entretanto, a legislação prevê a possibilidade de sepultamento. Para isso, o hospital deve emitir um relatório cirúrgico detalhando a amputação e autorizando o procedimento.

Como o paciente permanece vivo, não é emitida uma certidão de óbito. Em seu lugar, é expedido um documento específico que autoriza o sepultamento da parte do corpo.

Paciente segue internado

Enquanto o caso ganhou repercussão nas redes sociais, o idoso continua hospitalizado e recebe acompanhamento médico durante o período de recuperação.

A cerimônia realizada em Maringá evidenciou uma possibilidade prevista na legislação brasileira, embora pouco conhecida pela população, para a destinação de membros amputados mediante solicitação e autorização formal.

Com informações: TN online

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