Foto: Danilo Martins/OBemdito
Motoristas que utilizam a BR-272 seguem enfrentando incertezas sobre a ampliação da travessia por balsa no Rio Piquiri entre os municípios de Francisco Alves e Terra Roxa. A expectativa pela segunda embarcação permanece sem definição oficial.
A reportagem do OBemdito entrou em contato novamente com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) para saber quando a segunda balsa começará a operar. O órgão informou que ainda não há previsão.
Segundo o Dnit, o início da operação depende das condições de navegação no rio. O departamento informou que o nível da água (nível hidrológico) permanece baixo por causa do reduzido volume de chuvas.
A travessia é o principal caminho para quem pretende se deslocar para Guaíra ou para o Paraguai. O serviço de balsa passou a ser uma alternativa após a interdição da ponte na rodovia. A outra opção é um desvio que passa por Palotina.
De acordo com a nota oficial, a mobilização para transportar a nova balsa até o local exige condições seguras de navegação. Sem isso, o deslocamento da embarcação não pode ocorrer.
O Dnit informou ainda que mantém tratativas com a empresa responsável pela operação. O objetivo é implantar a segunda embarcação com segurança. A expectativa é ampliar a capacidade de travessia no trecho da BR-272. A medida também deve reduzir o tempo de espera enfrentado pelos usuários.
A travessia por balsa é atualmente uma das opções para motoristas que utilizam a rodovia. Muitos dependem do trajeto para deslocamentos diários. Outra alternativa envolve desvio por Palotina, pelas rodovias PR-182 e PR-364. O percurso aumenta cerca de 40 quilômetros.
Por causa da distância maior, muitos condutores aguardam a travessia fluvial. A BR-272 é considerada uma rota estratégica na região. A rodovia conecta o fluxo de veículos para Guaíra e também para Salto del Guairá.
Os transtornos com começaram em 6 de novembro de 2025. Naquele dia, o DNIT interditou totalmente a ponte sobre o Rio Piquiri no km 541,79 da BR-272. Segundo o órgão, trincas nos pilares comprometeram a segurança da estrutura. Por esse motivo, foi necessário interditar totalmente a travessia via ponte.
Inicialmente a única opção para os condutores era o desvio por Palotina. Posteriormente, em 7 de janeiro de 2026, entrou em operação a primeira balsa. O serviço é gratuito e a embarcação funciona 24 horas por dia, com travessia média de 15 minutos.
Mesmo assim, filas se formam em horários de maior movimento. Usuários relatam espera prolongada e cobram a implantação da segunda balsa.
_______________________________________________________________________________________
ESTÁ EXPRESSAMENTE PROIBIDA A REPRODUÇÃO, PARCIAL OU INTEGRAL DESTE CONTEÚDO (TEXTO E IMAGENS) SEM AUTORIZAÇÃO PRÉVIA DO SITE OBEMDITO, SOB PENA DE CONSEQUÊNCIAS LEGAIS PREVISTAS NA LEI Nº 9.610/98.
Um jovem residente no Distrito de Serra dos Dourados relatou ter sido amarrado e agredido…
O Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar) indica que a chuva pode…
A alteração na senha do wi-fi motivou um caso de violência doméstica no Bairro Jardim…
O Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa Idosa de Umuarama realizou, na sexta-feira (2), uma…
O financiamento de campanhas via fundo eleitoral registra uma discrepância gritante entre as candidaturas da…
O Dia da Criança será marcado por uma programação especial em Umuarama neste ano. A…
Este site utiliza cookies
Saiba mais