Foto: Assessoria Uopeccan
Os exames de rotina servem para avaliar o estado geral de saúde e ainda permitem que diversos tipos de doenças sejam detectados precocemente, o que aumenta consideravelmente as chances de sucesso nos tratamentos, principalmente do câncer. Foi através desse procedimento que Valdemir Benício de Oliveira descobriu alteração no PSA.
“Lembro que o médico pediu 10 exames, até cheguei falar que ele estava perdendo tempo. Até o nono estava tudo certo com minha saúde, já o décimo o doutor disse que meu PSA estava alto”, destacou Valdemir.
Valdemir iniciou o tratamento na Uopeccan de Umuarama em julho de 2018, fez cirurgia para retirar o tumor na próstata e na virilha. “A gente que é homem pensa que nunca vai ter nada, precisamos criar o hábito de nos cuidarmos. Quando chega o diagnóstico de câncer não é fácil para o paciente e os familiares. Depois que tudo isso passou, hoje peço para Deus abençoar todos aqueles que passam por aqui”, agradeceu.
O câncer de próstata é considerado a terceira doença que mais mata os homens, caso a neoplasia for diagnosticada precocemente é possível aumentar as chances de cura.
“Por se tratar de uma doença que alguns casos não apresentam nenhum sintomas, muitos homens deixam de procurar assistência médica. Não é preciso esperar que a urina altere, que o esforço para urinar chegue e o acordar noturno aconteça. O exame de rastreio é indicado aos 45 anos para aqueles que possuem histórico familiar positivo e negros, e a partir dos 50 para os demais”, explicou o urologista André Garcia.
Diagnóstico tardio
Segundo o médico, alguns fatores têm influenciado no diagnóstico tardio do câncer de próstata, a pandemia, o próprio medo e a dificuldade econômica dessa fase. Desta forma, ele faz o alerta para os homens.
“Esse é o momento de relembrar que a saúde do homem também é importante, e deve ser colada em primeiro lugar e que todos precisam tomar os cuidados necessários para que continuem executando suas atividades”, enfatizou.
O especialista ainda ressalta a importância de o homem criar um vínculo com o seu urologista, já que muitos deles não têm o hábito de realizar os exames de rotina. “Temos que lembrar de todas as barreiras culturais devem ser deixadas no passado, uma delas é o exame do toque. Converse com o seu médico e conte sua necessidade, assim juntos possam avaliar os próximos passos e decisões serem tomadas”.
Confira o relato de Valdemir:
(Assessoria Uopeccan)
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