Embora o caso não tenha ligação com acidente por escorpião, Vigilância Ambiental alerta para aumento da espécie na cidade e orienta população (Foto Prefeitura de Umuarama)
A circulação de informações nas redes sociais sobre a morte de um menino de 4 anos gerou preocupação em Umuarama na manhã desta quarta-feira (3), após moradores compartilharem a hipótese de que o óbito teria sido causado pela picada de um escorpião. A família, de origem venezuelana, havia buscado atendimento médico imediato diante do agravamento do quadro clínico da criança.
Entretanto, no início da tarde, a Secretaria Municipal de Saúde descartou relação com acidente por escorpião. Segundo a pasta, a morte parece ter sido provocada por um edema (inchaço) possivelmente associado à diabetes, e não por envenenamento. A análise detalhada do caso segue em andamento pelas equipes de saúde.
Apesar de o episódio não estar ligado a animal peçonhento, o assunto reacendeu alertas sobre a presença crescente de escorpiões na cidade, especialmente o escorpião-amarelo, espécie que se prolifera no clima quente e úmido.
Entre janeiro e setembro de 2025, a Vigilância em Saúde Ambiental registrou 524 chamados, que resultaram na captura de 813 escorpiões em Umuarama. A região do Bairro Guarani concentra grande parte das ocorrências.
Nem todos os moradores, porém, comunicam o órgão ao encontrar o animal, que é uma atitude que impacta diretamente o trabalho de monitoramento. Após cada notificação, equipes realizam a chamada busca ativa, vistoriando a residência e imóveis vizinhos em busca de outros escorpiões que possam estar na área.
A Vigilância reforça que a população deve informar imediatamente quando identificar um escorpião pelos telefones:
(44) 3639-1930
(44) 9 8829-9408
Ouvidoria Municipal: 156 e 160
O último caso de picada em Umuarama ocorreu em outubro, quando Juliana Vaz, de 20 anos, foi atingida pelo animal. Ela recebeu atendimento rapidamente no Pronto Atendimento Municipal e não apresentou complicações graves de saúde.
Em qualquer situação de acidente, a recomendação é buscar ajuda médica imediata. Sempre que possível, o morador deve levar o escorpião capturado ou uma foto do animal, o que ajuda na identificação da espécie e orienta o tratamento mais adequado.
A Vigilância Ambiental orienta medidas simples que reduzem o risco de presença do animal dentro das residências:
As autoridades reforçam que, embora o óbito do menino não esteja ligado ao escorpião, o risco real de acidentes permanece e a participação da população é fundamental para o controle da espécie e a prevenção de novos casos.
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