Rudson de Souza Publisher do OBemdito

Jovem morre após ser esfaqueada, baleada e queimada viva em casa noturna no Paraná

Danielle Aparecida Farias, de 28 anos, morreu após uma semana internada em Guarapuava (Foto Redes Sociais)
Jovem morre após ser esfaqueada, baleada e queimada viva em casa noturna no Paraná
Rudson de Souza - OBemdito
Publicado em 8 de outubro de 2025 às 12h56 - Modificado em 8 de outubro de 2025 às 14h53

Morreu no hospital, nesta terça-feira (7), Danielle Aparecida Farias, de 28 anos. Ela estava internada em Guarapuava, na região central do Paraná, após uma semana lutando pela vida. A jovem foi vítima de um crime brutal ocorrido em Pitanga, que abalou a cidade pela extrema violência.

O crime aconteceu na manhã do dia 30 de setembro, dentro de uma casa noturna onde Danielle morava e trabalhava. De acordo com a Polícia Civil, ela foi atingida por quatro facadas, baleada e ainda queimada viva, depois que o autor do crime teria incendiado o local.

Conforme as investigações, Danielle havia se mudado recentemente de Santa Catarina e estava há pouco tempo em Pitanga. O suspeito foi preso ainda no dia dos fatos, mas o caso continua sob apuração para esclarecer as motivações da barbárie.

Testemunhas contaram que a madrugada foi marcada por gritos, correria e fumaça tomando conta do imóvel. Quando as equipes de resgate chegaram, encontraram Danielle agonizando, com ferimentos de faca, tiro e queimaduras graves.

A vítima foi transferida às pressas para Guarapuava, onde ficou internada em estado gravíssimo até não resistir aos ferimentos.

Em uma cidade acostumada à tranquilidade, o crime deixou a população em choque. A Polícia Civil de Pitanga segue com as investigações para elucidar completamente o caso.

A morte de Danielle causou profunda comoção em todo o Paraná. Nas redes sociais, centenas de mensagens lamentam a tragédia e pedem justiça pela jovem.

O caso, pela crueldade e brutalidade dos atos, ultrapassou as fronteiras de Pitanga e gerou indignação em todo o Estado, reacendendo debates sobre a violência contra a mulher e a necessidade de proteção às vítimas.

Em comunidades pequenas e nas grandes cidades, o sentimento é o mesmo: espanto, tristeza e revolta diante de um crime que expõe o quanto ainda é urgente combater a violência de gênero.

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