Antonio Buscariollo, no momento de sua chegada à Delegacia de Icaraíma, após ser preso em casa, em novembro de 2018 (REPRODUÇÃO REDETV SUL)
Antonio Buscariollo é um velho conhecido da polícia. Em 7 de novembro de 2018, ele e a nora foram presos durante uma operação das forças de segurança contra o tráfico de drogas e o porte ilegal de armas de fogo em Icaraíma, no noroeste do Paraná.
Na ocasião, a jovem foi levada à cadeia porque o marido, apontado como verdadeiro proprietário dos ilícitos, não estava em casa. O marido é Carlos Henrique Buscariollo, o Mamute, conhecido como o “filho perigoso” de Antonio.
Na residência da nora, então com 23 anos, a polícia apreendeu uma arma de fogo com numeração suprimida, 60 munições calibre 22, três munições calibre 12, uma munição calibre 9 milímetros, dois carregadores de arma, um carregador de rádio comunicador e cerca de 400 gramas de maconha.
Enquanto isso, outra equipe cumpria mandado judicial na casa de Antonio. Ali encontrou uma espingarda calibre 32, um revólver calibre 22 e 17 munições de calibre 32, sendo nove delas de espingarda.
Apesar das apreensões, a defesa de sogro e nora conseguiu a liberdade dos dois. O episódio, noticiado amplamente na região, inclusive por OBemdito, deixou a imagem da família Buscariollo ainda mais arranhada.
O nome de Mamute, que não foi localizado naquela manhã de 2018, voltaria a aparecer em investigações policiais em 2020. Ele foi acusado de atirar contra a própria esposa em um episódio que envolveu violência doméstica, lesão corporal, disparo de arma de fogo e porte de drogas.
Curiosamente, a vítima era a mesma mulher que, anos antes, havia sido responsabilizada pelos ilícitos em seu lugar. Ela deu entrada no Pronto Atendimento ferida e relatou que o disparo ocorreu durante uma discussão com o marido. Na vistoria à residência, policiais encontraram cápsulas deflagradas, cartuchos de diversos calibres e uma pequena quantidade de maconha.
Antes disso, em 2018, o Ministério Público já mencionava Mamute em documentos oficiais como suposto executor de homicídios na região, incluindo o assassinato de um jovem de 18 anos em Herculândia, distrito de Ivaté, em 2016.
Apesar do histórico, Mamute jamais foi formalmente incluído nas investigações sobre as mortes de Robishley Hirnani de Oliveira, Rafael Juliano Marascalchi, Diego Henrique Afonso e Alencar Gonçalves de Souza, os cobradores de uma dívida de terras.
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