Foto de Rudson de Souza Rudson de Souza Publisher do OBemdito

Motociclista fica ferida após colisão com dois carros em avenida de Umuarama; vídeo

Foto de Rudson de Souza
Publicado em 23 de setembro de 2025 às 12h48 - Modificado em 23 de setembro de 2025 às 12h50

Uma motociclista de 38 anos ficou ferida em um acidente registrado no início da tarde desta terça-feira (23), em Umuarama. A colisão aconteceu na avenida Maringá, próximo ao cruzamento com a rua Aricanduva.

De acordo com informações levantadas no local, um Hyundai Creta seguia no sentido Colégio Estadual Professor Paulo Alberto Tomazinho ao câmpus da Unipar quando, ao se aproximar do cruzamento, ele não teria visto a motociclista ao mudar de faixa.

Com a manobra, a motociclista que seguia em uma Biz acabou atingindo a lateral do Creta e, em seguida, se chocou contra um Jeep Compass que estava estacionado na via, caindo na sequência.

Equipes do Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência (Siate) do Corpo de Bombeiros foram acionadas e prestaram socorro à vítima, que sofreu uma luxação no ombro. Ela foi encaminhada ao Hospital Cemil para avaliação médica.

O motorista do Creta não se feriu.

Auto Moto 01

Pontos cegos

Para um motorista de automóvel, os pontos cegos — ou ângulos mortos — representam uma das maiores ameaças à segurança dos motociclistas.

São áreas ao redor do veículo que não podem ser vistas diretamente pelos espelhos retrovisores interno e externos. Em veículos como utilitários, SUVs e caminhonetes, essas zonas são ainda mais amplas.

Os pontos cegos mais críticos localizam-se nas laterais traseiras do carro, especialmente na altura da coluna C (entre a porta traseira e a janela), e imediatamente à frente do capô.

Uma moto pode ficar completamente invisível nesses locais durante uma mudança de faixa ou uma conversão.

Para mitigar esse risco, a técnica mais eficaz é o chamado “checagem de ombro” ou “virada de cabeça”.

Antes de qualquer manobra lateral, o condutor deve olhar rapidamente por cima do ombro para confirmar visualmente que não há nenhum motociclista ou outro usuário vulnerável no ponto cego. Confiar apenas nos espelhos é insuficiente.

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Rudson de Souza

Jornalista formado pela Universidade Norte do Paraná (Unopar) e historiador pela Universidade Paranaense (Unipar), construiu sua trajetória entre o jornalismo impresso e o digital, com atuação em diferentes editorias e dedicação à reportagem, à investigação jornalística, à apuração rigorosa e ao relacionamento com fontes. Também possui especializações em Toolkit de IA para News, pela Google News Initiative, e em Storytelling e Técnicas de Apresentação: Conceitos Gerais de Comunicação, pela Fundação Getulio Vargas (FGV).