O pai de Alencar Gonçalves de Souza, credor que estava junto com os três cobradores desaparecidos em Icaraíma, recebeu uma carta anônima com informações sobre o paradeiro da Fiat Toro branca, veículo utilizado pelo grupo no dia 5 de agosto.
No bilhete manuscrito, o autor afirma que o carro estaria enterrado em uma região rural próxima no distrito de Vila Rica do Ivaí. O texto cita pontos de referência e a distância em relação a uma igreja, indicando supostamente o local onde o veículo teria sido ocultado.
“Os corpos dos homens estão no sítio da dona Anunciada, Estrada da Jundiá, na Mata do Tenente… O sítio é a 500 metros da igrejinha, à esquerda”, diz um trecho.
A carta foi deixada na porteira da propriedade rural do pai de Alencar, dentro de uma sacola, o que indica a preocupação do autor para que o material realmente chegasse ao destinatário, mesmo em caso de chuva. Apenas pessoas muito próximas do pai de Alencar o chamam de Carlito, nome citado no bilhete.
O documento foi encontrado por volta das 12h desta quinta-feira (11). Cerca de uma hora depois, foi entregue à Força Nacional, que imediatamente enviou uma equipe ao local indicado, sem sucesso. As buscas se intensificaram nesta sexta-feira (12), com equipes da Polícia Militar Ambiental, quem fez a descoberta.
A Polícia Civil confirmou que recebeu o material e que as informações estão sendo checadas. Equipes foram mobilizadas para vasculhar a área mencionada na carta e verificar a veracidade das indicações.
Até o momento, as autoridades não confirmaram se o bilhete é verdadeiro ou se se trata de mais uma das diversas tentativas de desinformação que circularam desde o desaparecimento.
Os cobradores Diego Henrique Afonso, Rafael Juliano Marascalchi e Robishley Hirnani de Oliveira, além do credor Alencar Gonçalves de Souza, foram vistos pela última vez em 5 de agosto, quando saíram de Umuarama rumo a uma propriedade em Icaraíma para cobrar uma dívida.
O último contato com familiares ocorreu no fim da manhã, quando disseram que “estava tudo bem”. Pouco depois, os celulares saíram de área.
Desde então, os familiares convivem com a angústia da falta de respostas. A Fiat Toro utilizada pelo grupo sempre foi considerada uma peça-chave da investigação, já que desapareceu junto com os homens.
Nas últimas semanas, diversas informações falsas e vídeos não verificados circularam nas redes sociais, o que levou a polícia a reforçar o apelo para que apenas dados oficiais fossem compartilhados. Agora, a carta entregue à família pode representar uma nova pista, mas as autoridades tratam o documento com cautela.
“O material será analisado como parte do inquérito, que segue em sigilo”, informou a Polícia Civil.
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